sábado, 24 de junho de 2017


DARIO VIOTTI
O desenhista dampyriano esteve na redação e nos mostra uma página da história de Luigi Mignacco, cujo título provisório é: "Cuba"!

quinta-feira, 22 de junho de 2017


SILVIA CALIFANO
Direto do facebook de Dampyr, uma página da história de outubro, de autoria de Mauro Boselli, desenhada por Sílvia Califano. A história se chamará: Horror Movie.

terça-feira, 20 de junho de 2017


Maxidampyr 9/2017
Uma página da história 3 do Maxi deste ano, disponibilizada no facebook do personagem. Título da história: A Terra dos Homens Azuis!

domingo, 18 de junho de 2017



DAMPYR
 Por Alessandro Scibilia.

sexta-feira, 16 de junho de 2017


DAMPYR 207 "O TEMPLO NA SELVA" - CRÍTICA

Pontual como todo mês, Dampyr nos espera nas bancas! Depois de mostrar alguns suculentos flashback entre os cais de Brighton em "O deus do Massacre" - Dampyr 206, desta vez Harlan e companheiros estão empenhados em enfrentar uma assustadora ameaça vampírica em um ambiente hostil que não é novidade para eles; Já no título deste número 207, O Templo na Selva, e da belíssima capa realizada por Enea Riboldi, podemos facilmente intuir de que coisa se trata. 


A história deste mês, escrita por Giovanni Eccher e desenhada por Luca Raimondo, nos leva de fato ao coração da selva cambojana, durante o triste e sangrento período da ditadura do Khmer Vermelho. Dois rapazes, arregimentados contra a vontade pelas forças revolucionárias, estão em serviço num dos campos de extermínio dos inimigos do Regime, verdadeiros matadouros, onde acabavam muitos naquele período, onde os prisioneiros eram sistematicamente mortos, mas só os sortudos recebiam uma bala.
 

Como se não bastasse esse horror, no campo se apresenta também um misterioso e temido indivíduo, acompanhado por seus capangas encapuzados, que mantinha um restrito número de prisioneiros ainda vivos e bem de saúde para levá-los a um local não sabido. Junto com os prisioneiros, o misterioso requer a presença dos dois rapazes. Não podendo fazer outra coisa senão seguir o misterioso indivíduo, os dois rapazes pensam ter conseguido, pelo menos, deixar o campor de extermínio, quando na verdade, estão prestes a entrar num pesadelo ainda pior. Vampiros. Quarenta anos depois, um dos rapazes, já adulto e transformado, contra a sua vontade, em um expert em minas terrestres, se oferece para ajudar Harlan e seus amigos em uma perigosa expedição, com o objetivo de expulsar um perigoso Mestre da Noite que habita o coração da selva. As coisas, para o grupo dos nossos, tendem a complicar-se e, muito!

Templo na Selva não é uma história auto-conclusiva. Se trata de fato somente do primeiro de dois episódios, que nos fará viver essa assustadora história no sudeste asiático. Trama e desenhos top, reconfirmando a absoluta qualidade da série Dampy, que pode gabar-se sempre, salvo alguma queda súbita, por sorte esporádica.Como eu disse, a história deste mês é envolvente, também porque vai nos mostrar, e em Dampyr não é novo isso, também o horror que somos capazes de liberar em nós seres humanos, que tem muito pouco a invejar a aquele sobrenatural dos Mestres da Noite. Desta vez, faz-se conhecer um dos mais hediondos genocídios da história da Humanidade e uma ferida que o Camboja ainda carrega, depois de quarenta anos. As minas terrestres ainda estão disseminados nos velhos campos de batalha, silenciosas e letais, a fazer vítimas inocentes. Em um cenário assim trágico, e maravilhosamente representado, se compreende facilmente como podem prosperar os infames Mestres, lado a lado como monstros assustadoramente mais humanos.


Marco Valle


Crítica publicada originariamente no site: www.nerditalia.it

quarta-feira, 14 de junho de 2017


DYLAN DOG ENCONTRANDO DAMPYR

Por Filippo Pieri

A capa do nº 20 de Preview é dedicada ao encontro entre Dylan Dog e Dampyr. Na edição explica que, diferentemente de outros encontros similares entre os personagens bonellianos, não será publicado em uma edição histórica, mas a história acontecerá nos números 371 (Recchioni/Biglardo) do Detetive do Pesadelo e no número 209 do Filho do Diabo (Boselli/Brindisi). Em 2016, na página do Facebook do Detetive do Pesadelo foi publicada antecidamente uma página, que reproduzimos abaixo.


Publicado originariamente no blog: www.dimeweb.blogspot.it

segunda-feira, 12 de junho de 2017


FELIZ DIA DOS NAMORADOS!
O Amor está no ar! Grande dia para todos os namorados!
Desenho de Nicola Genzianella.

sábado, 10 de junho de 2017


OUTRA PÁGINA DO ENCONTRO!
No facebook do Dampyr, foi publicada mais uma página do encontro entre Dylan Dog e Harlan Draka.

quinta-feira, 8 de junho de 2017


O  CAMBOJA DE GIOVANNI ECCHER

Inicia-se com o númer 207 uma história dupla que transporta Harlan e companhia para a selva cambojana. O autor Giovanni Eccher nos conta o que deve nos esperar das duas próximas história de Dampyr.
No número 207 de Dampyr, desde terça nas bancas italianas, começa uma história dupla ambientada no Camboja, escrita por Giovanni Eccher. Falamos com o autor nascido em Milão, para que nos conte como nasceu a história e o que devemos esperar destas duas histórias. 

Estreiou em Dampyr em 2011 no número 137 - "Os Implacáveis" - que coisa te atrai no personagem? 
Harlan é um herói bonelliano clássico, mas possui peculiaridades que o faz menos previsível que os outros: não é infalível como Tex, não um serial-lover como Dylan, não é um mestre da sobrevivência como Mister No. Isso o torna o mais humano dos personagens acima, mesmo que seja pela metade, e isso é parte da sua força. Mas aquilo que mais me agrada na série são as ambientações: as histórias de Dampyr, por se tratar de um quadrinho fantasia, se desenvolvem quase sempre em lugares reais e descritos de maneira extremamente fiel. Por norma de fato, os autores, a partir de Boselli, escrevem histórias que acontecem em lugares que estiveram e/ou conhecem bem (por exemplo, as belíssimas histórias de Claudio Falco, que se passam na sua Nápoles, ou as histórias de Boselli ambientadas na Islândia, local em que ele já foi várias vezes). Esta mistura do fantástico e o real, em alguns casos é a própria "leitura de viagem", é a força da série. Conheço diversos leitores de Dampyr que, depois de terem feito uma viagem a um país em que tenha acontecido uma história de Harlan & Cia, eles ficam impressionados com o fato do local "ser exatamente como na revista". Se acontecer de ir a Praga, por exemplo, você pode vir do castelo até a Ponte Carlo, e a rua íngreme ao longo dela, te leva a livraria de Harlan. Reconhecerá perfeitamente os lugares e no início da Ponte Carlo, descendo em uma escada à esquerda, você poderá acessar a Ilha de Kampa - onde obviamente não encontrará o Teatro dos Passos Perdidos, a menos que Caleb não o queira...

A sua história se passa no extremo oriente, entre o Camboja e a Tailândia. São lugares que conhece por tê-los visitado?
Estive tanto na Tailândia quanto no Camboja, antes de escrever esta história, assim como estive na Bolívia antes de escrever "Os Implacáveis" e em Portugal, antes de escrever "Tributo de Sangue". Obviamente não é que tenha ido a estes locais com o único objetivo de recolher material para as histórias de Dampyr, é que adoro viajar. Mas naturalmente curto as minhas viagens para inspirar-me, tirar fotos (por exemplo, o externo da casa de Heng, na história, é baseado numa foto de uma verdadeira casa cambojana que fotografei perto de Angkor Vat, assim como o templo na selva é "resultado" de vários templos que visitei) e conhecer lendas locais e fatos históricos. Quando estive na Bolívia estive no cemitério em que presumivelmente Butch Cassidy e Sundance Kid foram enterrados e, foi ali que de fato entendi que aqueles dois não tinham morrido de fato.

Um quadrinho da história de Luca Raimondo - O Templo na Selva - Textos de Giovanni Eccher

A procura histórica é sempre fundamental nos argumentos de Dampyr. Num contexto geral, há qualquer elemento da história inspirado em fatos reais? 
O personagem de Heng é inspirado em uma pessoa que realmente existe e ainda está viva, Aki Ra, que realmente quando criança foi um soldado entre os Khemer Vermelhos e fez tudo aquilo que se conta na revista, primeiro colocando e depois desarmando minas. Na verdade, Aki Ra, fez mais: criou um museu sobre minas e um centro de acolhida para crianças mutiladas por elas. Pode ser visto ação, desarmando uma mina com extrema tranquilidade. Aki Ra, montou tudo sem a ajuda do Estado e, na verdade, ainda teve que lutar contra a rejeição dos militares.

A revista tem um ritmo forte, com muitas cenas ação. Sem comparação, podemos esperar que continue dessa forma na segunda parte? 
Também na segunda parte teremos muita ação. Como autor eu procuro seguir esta regra: menos papo, mais ação! A capa fala bastante claro... Além disso, como se pode intuir no final da primeira parte, parte da história se passará em Bangkok, na Tailândia. Haverá várias surpresas, como já dissemos, não serei um estraga prazeres, então fecho a minha boca!

Já está trabalhando em novas histórias de Dampyr? 
Estou pensando num história que raízes na Segunda Guerra Mundial, front russo. Mas ainda não sei se engrenará, está na fase de projeto. Há uma outra história, parcialmente realizada, sobre uma lenda urbana de Estocolmo, que deverá ser escrita a quatro mãos com Mauro Boselli, mas devido aos seus múltiplos compromissos difícil dizer se e quando conseguiremos completá-la.
Entrevista concedida a Adriano Barone  



Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

terça-feira, 6 de junho de 2017


Hoje nas bancas italianas: Dampyr 207


Os terríveis Khmer Vermelho, responsáveis por campos de extermínio no Camboja, retornam na forma de vampiros!



O TEMPLO NA SELVA
Argumento e Roteiro: Giovanni Echer
Desenhos: Luca Raimondo 
Capa: Enea Riboldi

Dois rapazes utilizados pelo Khmer Vermelho para matar os prisioneiros foram separados por um misterioso comandante. Quarenta anos depois, Heng, um dos dois, descobre que o amigo foi transformado em um não-morto. Na pista dos dois, em Phhom Penh, capital cambojana, Harlan, Tesla e Kurjak descobrem a existência de um novo Mestre da Noite que os levará a um encontro no coração da selva.



Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

sexta-feira, 2 de junho de 2017


TESLA
Por Fabiano Ambu.


quarta-feira, 31 de maio de 2017


DARIO VIOTTI EM AÇÃO!
O desenhista de Dampyr está na Ilha de Skye (Escócia), buscando inspiração para a próxima história céltica de Dampyr.

segunda-feira, 29 de maio de 2017


Dampyr 206 - o deus do massacre (Giusfredi, Statella/Piazzalunga)
Por David Padovani


Giorgio Giusfredi, no seu segundo trabalho dampyriano, mostra sua paixão pela música e rende homenagem a Quadrophenia, o filme que talvez melhor que todos soube mostrar o legado de uma geração entre a música e a rebeldia juvenil, também o título homônimo de um álbum da Banda Who.
O jovem escritor se liberta em parte da serrada continuidade dampyriana para nos contar uma história que se inicia em uma Inglaterra dos anos 60, onde um Harlan ainda sem conhecer suas origens e missão, vive parte de sua existência junto aos Mods, sempre prontos para enfrentar seus rivais Rockers.
Entre lambretas, motocicletas, parcas, jaquetas de couro, música e anfetaminas, a história se desenvolve de forma linear, mas com um bom uso dos ritmos narrativos até o presente, onde se conclue com um encontro iniciado cinquenta anos antes com um dos não mortos de Lord Marsden.
Giusfredi faz uma história rápida, em que inseriu uma reflexão não contada e inteligente sobre mudar o significado de dificuldades e revolta juvenil do século XX até os dias atuais de Brexit.
Após a invocativa capa de Enea Riboldi, coube a Daniele Statella e Patrick Piazzalunga, criar as imagens da história. O resultado é flutuante: se de um lado a dupla consegue convencer nas atmosferas dos anos e das modas apresentadas na história, de outro lado em algumas páginas os personagens aparecem um pouco estáticos nos movimentos e nas poses, o que influencia o dinamismo de algumas sequências.



Crítica publicada originariamente no site: www.lospaziobianco.it
 

sábado, 27 de maio de 2017


MAXYDAMPYR 9!
Em 2017, segue a regra da editora: 3 histórias na edição! A Sergio Bonelli Editore, disponibilizou algumas páginas do Maxy e uma capa provisória!


Três aventuras que levarão Harlan a rodar pelo mundo, do deserto africano à selva australiana!
O Maxidampyr 9 irá para as bancas italianas no fim de junho.



Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it



quinta-feira, 25 de maio de 2017



DAMPYR ESPECIAL 2017!
O autor napolitano Claudio Falco, esteve na redação e nos mostra uma página da sua aventura, o Dampyr Especial 2017, com desenhos de Fabrizio Russo.

terça-feira, 23 de maio de 2017


LUCA ROSSI E SEU NOVO TRABALHO!
Depois do trabalho sensacional em Dampyr 200, o desenhista já passou na redação da Bonelli, para mostrar seu novo trabalho dampyriano!

domingo, 21 de maio de 2017


DAMPYR VOLTARÁ A PORTUGAL!
História de Mauro Boselli com desenhos de Michele Cropera, ainda sem data de ir para as bancas.

sexta-feira, 19 de maio de 2017


Dampyr 206: o deus do massacre, a crítica


Depois de Bloodwood, dois números atrás, Giorgio Giusredi volta em Dampyr na sua segunda história na série normal, marcada por uma capa de Enea Riboldi, insolitamente anômala pelo seu fundo branco, mas de grande efeito, O amor de Giusfredi pelo cinema também influencia esta nova história do FIlho do Diabo, homenageando Quadrophenia, film cult de 1979.

Como diretamente do filme de Franc Roddam, inspirado no disco do Who, lançado em 1973, os contrastes da juventude inglesa dos anos 60, dividida entre Mods (vestidos elegantemente, cultuadores do jazz e rock britânico como aquele do Who ou dos Beatles), montados em scooters italianas e os Rockers (seguidores dos motoqueiros americanos e rock, jaquetas de couro e look estrada), estão no centro da história.

Tomamos conhecimento de um episódio acontecido com Harlan, distante no tempo e no espaço, do lado de lá do Canal da Mancha, em Londres e depois em Brighton, local de um duro encontro entre as duas facções citadas acima. Conhecemos Wendy, então namorada do filhote de Draka, que o leva para o lado dos Mods, que rapidamente se torna uma referência, em oposição ao líder dos Rockers, o enigmático Clashdog, ele está encarnado - como diz o título da história - o Deus do massacre.

O encontramos quando a história invade o presente, ligado ao grupo dos Foreign Fighter de procedência anglosaxônica, que estão agindo na atual guerra civil que não dá paz à Ucrânia. É no extremo leste europeu que se movem quando um velho conhecido como Ringo Ravetch pede ajuda ao seu ex-companheiro de armas Kurjak  e ao resto do trio. A trama descrita no passado de Harlan se funde assim com aquela que se passa nos dias de hoje; finalmente, traz a cena em Brighton, onde o confronto é digitalizado e alimentado pelas cores de um time de futebol.

O deus do massacre é um ótimo trabalho, seja como roteiro, seja como história, de Giusfredi. É uma história original, complexa e envolvente, construído sobre uma notável documentação (marca registrada da série) e sua paixão contagiosa por um particular momento histórico.

A edição não representa somente mais um passo valioso na continuidade dampyriana, mas também é um pretexto para refletir e fazer refletir sobre a natureza do ódio e da violência que dividiu e divide jovens de todas gerações: música, política, esporte ou religião são temas vazios, covardemente mascarados como os princípios da fé para dar vazão aos instintos mais reprimidos, a incapacidade de se comunicar, a impotência de construir algo de bom.

As imagens que dão vida e energia à narração são fruto do trabalho de Daniele Statella e Patrick Piazallunga, que, a respeito do colega Marco Fara, dá um trato mais limpo, e junto a uma intensidade emotiva, alcança um resultado estético particularmente cativante.  O encontro entre os dois artistas é selado pela projeção de suas características nos dois hoolingans que ameaçam - primeto como uma pistola depois com uma faca - Jack, amigo do protagonista.



 Crítica publicada originariamente no site: www.badcomics.it

sexta-feira, 5 de maio de 2017


VANESSA BELARDO!
A nova desenhista de Dampyr, na redação da Sergio Bonelli Editore, com uma página da história que está desenhando, de autoria de Claudio Falco.

quarta-feira, 3 de maio de 2017


Amanhã nas bancas italianas: Dampyr 206


No meio de uma guerra fraticida, do passado de Harlan, ressurge um velho inimigo...!


O DEUS DO MASSACRE
Argumento e Roteiro: Giorgio Giusfredi
Desenhos: Daniele Statella e Patrick Piazzalunga
Capa: Enea Riboldi

Clashgod continua a aterrorizar Brighton anos depois dos confrontos entre Mods e Rockers que tiveram a participação de um jovem Dampyr, inconsciente de seu destino futuro. Quem é o deus do massacre e porque o seu nome ressoa hoje, na sangrenta guerra entre russos e ucranianos? Ringo Ravetch pede ajuda a Harlan, Tesla e Kurjak para enfrentar "os imortais", um grupo de "foreing fighters" duros de morrer, provenientes da Inglaterra...

 
Publicado originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

segunda-feira, 1 de maio de 2017


CAPAS DE JUNHO E JULHO!
História de Giovanni Echer com desenhos de Luca Raimondo.

sábado, 29 de abril de 2017


HARLAN DRAKA
Por Giuliano Piccininno.
 

quinta-feira, 27 de abril de 2017


PÁGINA DE DARIO VIOTTI!
Página da história de Luigi Mignaco, cujo título provisório é "Cuba"!

terça-feira, 25 de abril de 2017


MARCO VILLA
O novo desenhista de Dampyr é filho de Claudio Villa, o capista de Tex. Abaixo, uma página da história de Mauro Boselli que está desenhando!
 

domingo, 23 de abril de 2017


PÁGINA DO DAMPYR DE SETEMBRO!
Está na página oficial do nosso heroi no Facebook, uma página do Dampyr de setembro. História de Giorgio Giusfredi com desenhos de Andrea Del Campo. O título da história: "O Filho de Erlik Khan".