segunda-feira, 25 de junho de 2018


Mais uma outra página do Dampyr de agosto - "Planeta de Sangue". História de Giorgio Giusfredi e desenhos de Alessio Fortunato.

quinta-feira, 21 de junho de 2018


Dampyr #219 - Tudo por Amor
Por David Padovani

"Tudo por Amor" é a história que conclui a trilogia boselliana iniciada em abril com Dampyr 217 e que marca como uma junção importante para a estreita continuação que caracteriza a série.
A história recomeça exatamente de onde parou no número anterior, no qual um final surpreendente tinha deixado boquiabertos os leitores.
Mauro Boselli leva adiante a narração de um modo firme, ligando os fios da trama desenvolvidos nas partes anteriores (mas também em histórias passadas) e deixando campo para os desenhos de um inspirado Roi, cujas as páginas não precisam ter muitas palavras.
Se há uma citação a ser feita com relação ao escritor milanês talvez seja o fato de não ter ousado trazer às extremas consequências o que foi pré determinado no número precedente. Todavia Dampyr se caracteriza como a única série bonelliana longeva marcada por uma trama horizontal e o "real envelhecimento" de seus protagonistas, pensada atentamente nos seus mecanismos e junções fundamentais, e nesta história Boselli insere uma série de elementos e novos filões que poderão levar a algumas surpresas no futuro próximo.
Roi flutua ora seguindo o definido, ora mais livre, realizando também algumas splash page, demonstrando uma capacidade extraordinária de representar ambientes e criaturas do multiverso dampyriano, de demônios a súcubas sensuais e terríveis ao mesmo tempo. O seu traço escuro, arranhado e sujo está entre os mais adequados para representar os mundos de Dampyr, no horror e na beleza depravada que o distingue.

Falamos de:
Dampyr #219 - Tudo por Amor
Mauro Boselli, Corrado Roi
Sergio Bonelli Editore, junho de 2018
96 páginas, em preto & branco, 3,50 euro 
Crítica publicada originariamente no site: www.lospazio.it

terça-feira, 19 de junho de 2018


Mais uma página do Dampyr de agosto - Planeta de Sangue. História de Giorgio Giusfredi e desenhos de Alessio Fortunato.

domingo, 17 de junho de 2018



Crítica Dampyr 219: Tudo por Amor

Por Fabrizio Cozzolino

No término da história precedente de Dampyr, o número 218 - "Danças Macabras", assistimos a morte de um dos co-protagonista da série, estamos falando de Tesla, a vampira que foi protagonista indiscutível e teve de enfrentar o Mestre da noite Rupert Von Henzig, sucumbindo a seus enganos e as suas sádicas maquinações. O próprio Von Henzig transportou, tanto a nós quanto a bela Tesla em um turbilhão de imagens cinematográficas e referimentos às mais "horrorosas" criaturas que a sétima arte tenha parido (Não por acaso se refere a um filme gótico de Antonio Margheriti, de 1964, livremente inspirado em uma história de Poe, enquanto a mesma trama se inspira em uma outra história desse autor, O Barril de Amontilado). 

Este "Danças Macabras" trouxe consigo grandes expectativas por parte dos leitores, visto os pressupostos. Expectativas ao nosso ver, amplamente atendidas neste "Tudo por Amor", escrito por Mauro Boselli e desenhado por Corrado Roi.

Dampyr 219 abre, com Harlan e Kurjak na busca por Von Henzig e seus não-mortos, movidos por uma irreprimível sede de vingança, atormentados pela perda da amada Tesla. Mas é o mesmo Von Henzig que, depois de ter conduzido os dois caçadores de vampiros para a enésima armadilha, revelará que na realidade há ainda uma possibilidade para os nossos protagonistas de reencontrarem Tesla. A partir deste momento em diante reinará o engano, que moverá os nossos protagonistas e outros importantes personagens da série como se fossem peões em um enorme tabuleiro de xadrez. 

Provavelmente já revelamos muito da complexa trama tecida por Boselli, que, como acontece na série do Filho do Diabo, ironiza com clichês e lugares comuns sobre vampiros e, preenche os quadrinhos com referências clássicas do cinema e da literatura do gênero (de Nosferatu de Murnau a Cagliari de Weine). Aquilo que podemos dizer porém é que o verdeiro motor da narração é, como se evidencia o título, o amor. Um amor perverso, muitas vezes cego e incondicional, que leva as criaturas da noite a fazerem de tudo pelo objeto do próprio desejo.

A dar vida às sombras que se escondem na mente de Boselli, está Roi, que nos mostra nesta história as suas típicas sombras longas, que muitas vezes contrastram com cortes de luzes surreais. O resultado é uma atmosfera que dá calafrios e que permeia as ambientações da história: uma Praga que recorda Holstenwall, do Gabinete do Doutor Caligari, às nevoas da Bucovina, onde as visões oníricas e sombria dos personagens ganham vida.



Crítica publicada originariamente no site: www.senzalinea.it  

sexta-feira, 15 de junho de 2018


VANESSA BELARDO!
Já está em ação em uma nova história!

quarta-feira, 13 de junho de 2018


MAURIZIO ROSENZWEIG
Os Grandes Antigos retornarão!

segunda-feira, 11 de junho de 2018


LUCA ROSSI
O desenhista do Dampyr 200, por exemplo, nos mostra uma página da história em que está trabalhando.

sábado, 9 de junho de 2018


AGOSTO PRÓXIMO!
Página de "Planeta de Sangue". História de Giorgio Giusfredi com desenhos de Alessio Fortunato.

terça-feira, 5 de junho de 2018


O que não se faz por amor? Por amor se pode trair e, até matar!


TUDO POR AMOR
Dampyr 219
Nas bancas italianas: 05/06/2018
Argumento: Mauro Boselli
História: Mauro Boselli
Desenhos: Corrado Roi
Capa: Enea Riboldi
Um adversário imprevisível, uma vingança desesperada, um fuga no sonho... Qual a verdade? Os nossos heróis descobrirão no fim de uma longa caça!



Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

domingo, 3 de junho de 2018


Fyodor morava em Priyat, quando a tragédia do acidente atômico aconteceu em Chernobyl. 
Ele está no que sobrou da cidade, sofrendo uma mutação, causada pelo horror dos Grandes Antigos... algumas lembranças ainda povoam a parte humana de seu cérebro. E, ele volta ao apartamento aonde morava com seus pais.
A polícia local, patrulha a cidade até os dias de hoje... pois foi criado o turismo de horror! Pessoas pagam guias locais, para "conhecerem" a cidade. 
Harlan Draka, Tesla e Kurjak estão no local, investigando a possível ação de um Mestre da noite, e, poderão ajudar o pobre Fyodor.
Dampyr 194 - A Cidade Abandonada - História de Luigi Mignacco com desenhos de Andre Del Campo.

sexta-feira, 1 de junho de 2018


Dampyr #218 - Danças Macabras (Boselli, Rossi)


David Padovane

O segundo capítulo desta trilogia muito importante para continuidade dampyriana, tem uma particularidade de ser uma história peculiar para a série criada por Mauro Boselli e Maurizio Colombo: a protagonista da história, quase exclusivamente é Tesla, a não morta aliada de Dampyr, que goza também de uma capa dedicada a ela.
E ainda é Boselli que se encarrega do roteiro, uma história que nas sequências dedicadas a Tesla brinca sabiamente e eficazmente tanto com as citações da literatura de horror de Edgar Alan Poe quanto com aquelas cinematográficas. Elementos estes bem encorpados na narração, que produzem um crescimento da tensão, página após página, até o notável golpe de cena bem feito e inesperado. O meio da história, por outro lado serve para quebrar o ritmo e acrescentar ansiedade pelo epílogo, mas também como um fio que liga essa história a anterior, através da presença de Nikolaus, ambíguo aliado de Harlan e pards, e referências contínuas ao infernal Nergal.
Luca Rossi, um dos pilares da série, cria páginas nas quais o seu estilo detalhado brinca com as composições ambientais construídas nas sombras. Os espaços se definem através do preto pleno, formas geométricas geradas tanto das sombras dos personagens quanto da conformação dos lugares, reforçam no leitor a idéia que aquilo que aconteceu com Tesla possa ser um pesadelo, infelizmente para ela é muito real.

Falamos de:
Dampyr #218 - Danças Macabras
Mauro Boselli, Luca Rossi
Sergio Bonelli Editore, maio de 2018
96 páginas, em preto & branco, 3,50 euros



Publicado originariamente no site: www.lospaziobianco.it