domingo, 19 de abril de 2015


GENZIANELLA NA TORINO COMICS 2015
Nicola Genzianella autografará o desenho abaixo. Desenho relacionado com a história que se passa nos Estados Unidos, que foi às bancas italianas no último dia 3/4.

sexta-feira, 17 de abril de 2015


DAMPYR EM CHERNOBYL!
Página de uma edição futura, desenhada por Andrea Del Campo, ainda sem data de ir para as bancas.

quarta-feira, 15 de abril de 2015




MOÇAS MALVADAS

Em 3 de abril foi para as bancas na Itália, o número 181 de Dampyr "A Longa Noite de Ódio". Entrevistamos as duas autoras da tenebrosa aventura: Rita Porreto e Silvia Mericone!

Uma pequena e tranquila cidadezinha qualquer, no coração de Iowa. Um demônio andarilho e uma menina cansada de submeter às regras e ao assédio dos pais, estão para desencadear uma tempestade de horror, que somente Dampyr poderá tentar parar. Essa é a sinopse de "A Longa Noite de Ódio", número 181 de Dampyr, nas bancas desde 3 de abril. Uma edição que marca a estréia na série de duas moças malvadas: Rita Porreto e Silvia Mericone, autoras que conheceremos melhor através desta entrevista.

Vamos lá, façamos um acordo: como responderão às minhas perguntas: Em uníssono ou de forma individual? 
Rita Porreto: Um pouco de cada. Aproveito a oportunidade para dizer que Silvia é a inteligente e eu a simpática...
Silvia Mericone: Disse tudo, não ouso contradizê-la.

Conte-nos quais são as experiências de vocês, antes da história para Dylan Dog Color Fest e do Dampyr que foi para as bancas esse mês.
RP e SM: Depois de pequenas produções, conseguimos publicar a série "Dr. Morgue" pela Star Comics, uma história que estamos ligadas de modo visceral, fundamentalmente por dois motivos: pudemos tratar de argumentos que nos interessava muito e do modo que queríamos, mas sobretudo pudemos contar sobre Yoric Malatesta, o primeiro personagem de Asperger em uma série de revista em quadrinhos popular. Graças a "Dr. Morgue" adquirimos credibilidade como profissionais, ou pelo menos, nos sentimos profissionais o suficiente, para apresentarmos propostas para as séries Bonelli.


Como se aproximaram dos quadrinhos e quais estradas as levaram a serem autoras? 
RP: Aprendi a ler quadrinhos. É uma paixão que sempre me acompanhou, porém, a paixão não basta para transformá-lo em um trabalho. Nós pensávamos, nós brincávamos e queríamos, mas ainda era um sonho... Então, por puro acaso, descobri um curso na minha cidade, e, mesmo com tantas dúvidas, resolvi frequentá-lo. Lá, entendi que não sabia nada e era muita arrogância da minha parte acreditar ser capaz, somente porque... eu queria tanto. Silvia me ajudou muito, sem ela não teria a menor possibilidade de escrever e contar sobre um personagem complicado e multifacial como "Dr. Morgue", e por consequência não teria chances com monstros sagrados como Dylan Dog e Dampyr.
SM: Eu posso me considerar um pessoa fora de tudo, no âmbito dos quadrinhos. Não pensava de fato escrever histórias, porque meu sonho era trabalhar como diretora e tinha estudado para isso; por um longo tempo as minhas únicas leituras em quadrinhos foram "Mickey Mouse", "Lobo Alberto", "Calvin&Hobbes", "Strumptruppen", a revista "Linus" e o jornal de sátiras "Cuore". Confesso que, quando estudava, muitos dos meus colegas de escola liam Dylan Doge e eu o achava incompreensível... como são as coisas! Me aproximei desse universo aos dezoito anos, quando li "Eternauta": que me "mostrou" a complexidade estética e poética que está por trás de um quadrinho, mas sobretudo a possibilidade narrativa que delimitava. 


Falando de "estradas", como são aquelas da pequena cidade americana em que se passa a primeira história de Dampyr de vocês? 
RP: Sou muito metódica, quando trabalho. A história precedente em que aparece o demônio andarilho se passou em Illinois. Para começar a escrever a nossa aventura, pegamos o mapa dos Estados Unidos e, para decidir as ambientações da história, imaginei o possível caminho percorrido pelo andarilho, baseando-me sobre os meios à sua disposição, sobre as precipitações atmosféricas e sobre fenômenos meteriológicos dos últimos cinquenta anos. A escolha do local caiu sobre Iowa., terra de tornados e raios. Dali, procuramos uma cidadezinha tipicamente americana, daquelas de calendário, que ao mesmo tempo tivesse uma atmosfera inquietante. Winterset respeitava todos os pressupostos e ainda é a cidade natal de John Wayne! Para "A Longa Noite de Ódio", nós recriamos as estradas e os lugares de Winterset, e também trocamos o nome para Winter... nos pareceu mais sugestivo.

SM: Quando Rita diz que é metódica, na realidade está brincando: é obsessiva e eu sempre me senti provocada. A escolha de Winterset, no que me diz respeito, foi praticamente automática.
Gosto muito da cidadezinha americana isolada e fechada na própria rotina cotidiana, sempre igual, que vira de cabeça para baixo, com uma tempestade de crueldade e sinistros presságios. Isso me divertiu muito, talvez porque sou sádica, e outras coisas mais.

Como nasceu a idéia desta história? Quais foram as vossas fontes de inspiração, para a trama e as atmosferas que a caracterizam?
RP: Dampyr é uma série complexa. Existem diversos filões narrativos, todos ricos e encorpados, mas há também histórias, aparentemente fora da continuidade, que são as mais difíceis, porque Harlan Draka é o resultado das muitas experiências e aventuras vividas, que sempre deve ser levado em conta. Havia uma aventura, "Chuva de Demônios", que segundo nós, precisava de uma sequência e parecia um desafio interessante. Refletimos sobre a figura do demônio andarilho, sobre suas características e diferenças a respeito de outros andarilhos que apareceram na série e procuramos entender o que poderia ser feito. Nesse período estava lendo um livro de Clive Barker, deixado na minha biblioteca por anos, e tinha revisto a pouca transposição cinematográfica de uma história interessante. Queríamos uma história que inspirasse veracidade, que fosse horror e tragédia juntos.
SM: Minha relação com esta história foi muito profunda, quase "matemática". Acredito que o horror seja caracterizado por uma série de clichês e de medos, que um autor deve saber reelaborar de um modo banal. Mais que fonte de inspiração, pelo menos para mim, falarei de "sugestões old style", referindo-me ao horror dos anos noventa, ao início, a um romance gótico de Fritz Leiber: a sinistra figura da colina de fronte a casa do protagonista, me sugeriu a aparência do demônio andarilho da nossa história, embora num contexto diferente.

No centro da história há uma menina cuja vida é atormentada: porque tanta fúria contra ela? 
RP: Não sei se é tanta fúria assim, mas posso dizer que Cathy McDougal foi perseguida por muito tempo! Em muitas histórias de horror, há um personagem que tenta dar o passo maior que a perna, e, não tem a capacidade de arcar com as consequências. Cathy, a despeito de tudo e de um modo pessoal, conseguiu.
Não é exatamente uma vítima, não é uma sedenta por canificina, é na verdade as duas coisas. Cathy foi enganada, teve o azar de encontrar um andarilho que se aproveitou de sua ingenuidade, mas também teve uma parte que ela queria. Acredito que Nicola Genzianella esteve particularmente atento para colher tudo daquela mulher e dos outros personagens de Winter, cada um com seus problemas.

"Não sei se fomos más, mas podemos
dizer que Cathy McDougal foi
perseguida por um longo tempo!"

SM: Eu me sinto rancorosa e acredito que ela também esteja rancorosa comigo, porque tive com esse personagem uma relação de "amizade" muito grande. Às vezes me dava pena dela, depois queria que morresse da pior maneira, e por fim que morressem todos. Provavelmente porque detesto as mulheres que não se auto afirmam e Cathy McDougal é exatamente isso. Fiz as pazes com ela, quando a vi desenhada. Nicola Genzianella, que é um mestre em ambientações, conseguiu dar-lhe a justa desumanidade, que paradoxalmente a tornou mais humana ao meu monstruoso cinismo.

Depois desse número, já estão trabalhando em uma nova história de Dampyr? Quais outros projetos que têm na gaveta? 
RP e SM: Estamos trabalho em diversos argumentos que estão sendo analisados pelo incansável Mauro Boselli. Nós não paramos, Dampyr é uma série que exige tempo e atenção, histórias intrincadas, que não são banais e com referências interessantes. Por isso, muitas vezes, a inspiração vem de episódios que realmente aconteceram, então não perdemos a oportunidade. Fizemos uma história para Nathan Never e estamos finalizando a nossa segunda história para Dylan Dog... e depois a cercada de um ano estamos trabalhando num projeto do qual, não queremos falar nada, mas que é muito importante para nós.
 
 

Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

segunda-feira, 13 de abril de 2015


DAMPYR 180 - O FILHO DE KURJAK (Boselli, Statella e Fara)

Escrito por David Padovani

Um dos melhores aspectos de Dampyr, mérito de Mauro Boselli, é o multiuniverso no qual se movem os personagens, fonte infinita de inspiração para histórias e ambientações: como a possibilidade de ignorar o estabelecido anteriormente, quando necessário, para o desenvolvimento da trama horizontal da série, a partir da narrativa clássica "Harlan versus Mestres da Noite". 

Neste número os holofotes estão sobre Kurjak, colocando um pouco de luz sobre seu trágico passado e juntando os fios de uma aventura no multiuniverso, que ocorreu imediatamente após o centésimo número da série, que teve consequências importantes para o companheiro de aventuras de Dampyr e que nesta história - pelo menos do ponto de vista narrativo - encontra novas bases para interessantes desenvolvimentos futuros.

Vale registrar também, o retorno em cena do Pai de Harlan, o Mestre da Noite, Draka; um dos personagens mais profundos de toda série.

Outro mérito de Boselli é de ter "imposto", como responsável da série, várias páginas ricas de tons escuros e sombras, nos quais os desenhistas devem se basear. Os desenhos de Daniele Statella e Marco Fara, se enveredam nesse caminho, com resultados satisfatórios.

Em algumas ocasiões, as páginas diminuem notavelmente as passagens do texto, criando confusão nos leitores e tiram o impacto que deveriam causar.



Texto publicado originariamente no site: www.lospaziobianco.it

sábado, 11 de abril de 2015


NA CIDADE DOS MORTOS
Argumento: Mauro Boselli
Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Nicola Genzianella
Capa: Enea Riboldi

Em um dos muitos lixões do Cairo, um menino, depois de ser interpelado por uma anciã, cai em estado catatônico, acordando somente para falar frases sem sentido. Os familiares, preocupados pedem a Mulawa para ajudá-los.
O ancião cego, acompanhado de Harlan, começa a busca por pistas, entrando por instantes na mente do pequeno Habil e de lá volta a nítida visão da face de Zafirah, uma potente cortesã do Sultão Qait-Bay que, depois de ter um caso com um bruxo de nome Mandhur, foi amaldiçoada.
A cortesã, para se livrar da maldição, procurou transferir uma misteriosa doença para o emissário da República de Veneza, então aliada do Egito contra as invasões otomanas, de nome Abel, e, que Habil representa uma reencarnação.
Para salvar o menino, Mulawa, junto com Dampyr e seu neto Khaled, fazem uma viagem a Alam-al-Mithal, uma espécie de mundo paralelo governado por Mandhur, senhor dos sonhos e dos ratos.

Esta história, assinada por Mauro Boselli, se move em diversos planos englobando presente e passado, mundo real e mundo dos sonhos, e, o leitor se vê em uma versão macabra das "Mil e uma noites", encontrando então uma cidade pobre, em que as pessoas são obrigadas a ocupar tumbas e mausoléus para ter um teto sobre a cabeça.
Nesta aventura Harlan Draka age ativamente sozinho até o fim, para o restante é dado grande espaço aos personagens coadjuvantes sem apontar categorias para os mesmos, do tipo os "mocinhos" e os "vilões".
Nicola Genzianella ilustra a cortesã Zafirah, generosa nas formas  de comportamento sedutor, digna protagonista dos sonhos (e dos pesadelos) de qualquer homem. Grande atenção foi dada sobretudo às ambientações, antigas e contemporâneas, fruto de uma meticulosa documentação unida a grande habilidade no uso do claro/escuro.
Aproveitamos a oportunidade para dar parabéns ao desenhista pelo seu novo quadrinho "The Noise" realizado junto com o promissor escritor de horror italiano, Pietro Gandolfi.


Matéria publicada originariamente no blog: ilcatafalco.blogspot.it

quinta-feira, 9 de abril de 2015


A  PROPÓSITO DOS "DESAPARECIMENTOS INEXPLICÁVEIS"... DAMPYR 177 E 178

por Nazzareno Giorgini


A lição de hoje fala sobre aquelas anomalias da comum percepção da nossa realidade e do espaço-tempo, que vai sob o nome de "Desaparecidos" (Dampyr nº 177): assim o Professor Zardek nos introduz naquele fascinante argumento que fala de dimensões paralelas e falhas do multiuniverso, temas muitíssimos difundidos na literatura de ficção científica-horror, pescado pelas mãos infadigáveis de Boselli, para construir seu argumento (argumento, vale dizer, não muito longe dos recentes estudos científicos e matemáticos a respeito).
Para usufruir desta história dupla de Dampyr deve-se seguir o conselho que o mesmo Boselli nos dá a página 4 de Dampyr 177: "entreguem-se aos pesadelos magistralmente desenhados por Alessandro Bocci". Na verdade, a história se presta a vários planos de leitura: pode ser vista como um modo de revisitar as tantas histórias de Harlan Draka que ele prepara e se cruzam com isso (característica basilar da série, que a faz, de uma lado, extremamente complexa na compreensão das tramas menores e maiores, e de outro, extremamente rica em acontecimentos imprevisíveis), mas também como uma possibilidade deixar-se à deriva no infinito mar do multiuniverso, guiados pelos desenhos de Bocci, base da história, que garante, aliada a história de Boselli, uma sensação de incredulidade. 
No início da história encontramos em Londres o Mestre da Noite Sho-Huan, inimigo de longa data dos nossos heróis, que se diverte ressuscitando personagens decadentes, explorando as recordações e o amor daqueles que estão vivos: a humanidade e a sensibilidade de Kurjak, rude homem da guerra, que revê a mulher e o filho mortos, são o primeiro plano desta sequência de sabor nostálgico. Em Cardiff, Harlan, Kurjak e o detetive Fine, encontram o esconderijo de Sho-Huan, mas caem numa armadilha urdida pelos inimigos deles, e, são projetados para a "casa na beira do precipício do mundo" e consequentemente, lançados na imensidão do multiuniverso.

  
A partir desse momento, inicia-se uma extrema variedade de horríveis ambientações (para deleite dos olhos dos leitores), que representa a fase onírica e fantástica da história, unida porém, também a um ponto de interrogação fundamental típico de uma história de suspense: que coisa Sho-Huan está procurando no multiuniverso, explorando as recordações sepultadas no inconsciente de nossos heróis? Para usufruir ainda mais da história, necessita-se ter lido Dampyr 86, "A casa na beira do precipício do mundo", uma jóia escrita por Mauro Boselli e desenhada por Luca Rossi, que, com o auxílio da vidente Ann Jurging, revela o segredo da referida casa. Para que não leu, Harlan resume para nós os momentos fundamentais necessários para compreendermos melhor o pesadelo que estão vivendo os três personagens, mas, nos recorda que viajando no espaço-tempo, antes ou depois, perde-se a memória (Dampyr 178, página 16). 
Foi dito antes que os acontecimentos imprevistos que a complexidade do enredo da série bonelliana de Dampyr permite realizar, graças a capacidade de Boselli de considerar a mais simples história como uma peça de um enorme mosaico (graças ao estilo narrativo do autor, que sabe construir uma história de uma forma densa, que parece mais adaptada ára um filme ou romance do que para um quadrinho). Temos uma prova disso nessa história dupla, onde presenciamos o retorno de Lady Nahema, espiã a serviço de Nergal, príncipe internal; de Liam O´Keefe, guardião da "casa na beira do precipício do mundo"; do povoado hebraico Radzin, desaparecido da Polônia em 1945 (Dampyr 99); e de Charles Moore, o pequeno Dampyr (Dampyr 162).


E o herói, o que faz neste enredo de pesadelo? Vale dizer que Harlan Draka se saiu muito bem; certo, a suspeita de que ele serve apenas ao narrador para explorar os mundos infinitos procede, mas quando precisa de uma decisão improvável e determinante para resolver uma situação de "máxima tensão", Harlan faz. Também se apresenta a humanidade do personagem, revelada na página 67, de Dampyr 178, como a reafirmar sua dupla natureza, humana e monstruosa juntas, inerente ao caráter de Dampyr, filho de uma humana e de um vampiro.
O final da história é carregado de ações destinadas a eliminar o perigoso Sho-Huan. Não vamos revelá-lo, para não estragar a surpresa de quem, por ventura, ainda não leu a história, mas asseguramos que o suspense é garantido. Depois de tantos pesadelos e visões fantásticas, o final positivo é uma obrigação, como sabe, quem conhece as tramas criadas pelo nosso Boselli. Na última página da história, encontramos Harlan telefonando a seu amigo Londres, Matthew Shady, prenunciando uma nova aventura destinada a encontrar a escritora de romances históricos Dolly Maclaine, desaparecida há anos, talvez raptada pela Bruxa Black Annis. 
À disposição, Dampyr!



Matéria publicada no site: www.dimeweb.blogspot.com

terça-feira, 7 de abril de 2015


ÓDIO IMPLACÁVEL
Argumento: Corrado Cerfogli
Roteiro: Diego Cajelli
Desenhos: Arturo Lozzi
Capa: Enea Riboldi

Durante a guerra da Bósnia, o pequeno Radovan assistiu a uma atrocidade inconcebível para uma criança, à noite em que sua família foi massacrada e isso ainda está vivo na sua mente, deixando-o traumatizado.
Já adulto, Radovan não consegue esquecer do rosto da jovem mulher que assassinou sua mãe e, quando o revê, sem nenhum sinal de envelhecimento, nas páginas sociais de um jornal, decide encontrá-la para obter sua vingança. Se trata de Tesla que, nos tempos do conflito, era ainda escrava da Noite Gorka.
Chegando a Praga, Radovan busca pistas de Tesla e tem a confirmação daquilo que sempre suspeitou: a jovem é uma vampira. Para buscar informações sobre as criaturas da noite, vai até a livraria de Harlan Draka e, munido das armas necessárias, se prepara para eliminar definitivamente a vampira.

Grande estréia para Corrado Cerfogli que, guiado pela experiência de Cajelli, orquestrou uma trama de forte impacto emotivo.
O passado de Tesla bate novamente à porta "cobrando a fatura", e a vampira, mesmo tendo deserdado das forças do mal, chega à conclusão de merecer um fim horrível, o mesmo que infligiu a tantos inocentes. Ela terá o apoio a Harlan e Kurjak, para convecê-la a continuar a luta contra os Mestres da Noite.
Arturo Lozzi nos desenhos, confirma sua excelência habitual; primeiros planos muito expressivos e cuidado com os mínimos detalhes.


Matéria publicada originariamente no blog: ilcatafalco.blogspot.it