segunda-feira, 13 de abril de 2020


O destino de um Dampyr, por viver quase cinco séculos é ver seus amigos morrerem!
Abaixo, Harlan Draka vê seu amigo Arno Lotsari, cair! Alvejado por um tiro de fuzil!
Arno juntamente com o Doutor Dast do Medical Team, sempre foram os olhos de Caleb Lost, principalmente na África ou em outro ponto do mundo, pois sempre trabalharam em países em guerra, aonde os Mestres da noite, sempre estão presentes!
Dampyr Especial 11 - O livro do tempo perdido (História de Claudio Falco com desenhos de Fabio Bartolini).

sábado, 11 de abril de 2020


Detalhe de uma página do Dampyr 238 - Roxana. Desenhos de Giorgio Gualandris!

quinta-feira, 9 de abril de 2020


Dampyr está correndo sério perigo... um inimigo infernal que não dá folga e um novo inimigo, estão tramando uma armadilha mortal!
Em plena Noite dos Mortos, no México, onde a lenda local diz que um portal se abre entre os mundos... nosso herói será jogado no inferno!
Dampyr 212 - O dia dos mortos (História de Claudio Falco com desenhos de Fabiano Ambu).

terça-feira, 7 de abril de 2020


DAMPYR 237
KRAMPUS!

Todas as noites de Natal, os demoníacos servidores de São Nicolau invadem os característicos vilarejos cobertos de neve do norte da Itália. Sophie Mutter da Universidade de Friburgo e seu namorado Sardo, Angelo Sanna, indagam sobre o folclore do Trento. Homens mascarados ou monstros? Lenda ou realidade? A sombra de um velho inimigo se alonga e somente com a intervenção de Dampyr pode se resolver o mistério dos Krampus malditos!
Dampyr 237 - Krampus! (História de Francesca Scotti com roteiro de Claudio Falco e desenhos de Fabrizio Longo)

domingo, 5 de abril de 2020


DAMPYR 240 - POSSESSÃO
Por Carmelo Nigro

Depois da série de números de Falco, dedicados a mitos folclóricos, a mudança de direção nas história, recupera uma outra tradição, a "homenagem" aos grandes autores do horror mundial. Nesse caso específico Stefan Grabinski, escritor polonês ativo entre os séculos XIX e XX. Não é um dos nomes mais conhecidos do gênero, pelo menos para mim. Confesso, aliás, não conhecê-lo. E para dizer a verdade, não teve sorte na sua vida editorial. De fato, foi amplamente esquecido até o final da segunda guerra mundial, quando seus escritos foram recuperados. Mas depois nos anos 80, foi novamente posto de lado. A recuperá-lo para o público italiano foi a Edizioni Hypnos, a partir de 2012, com a história " O vilarejo negro".

Stefano Pianni declara a dívida com o autor desde o início. Em uma das páginas iniciais aparece Demom Muchu, de uma série de contos breve de Grabinski, que um dos personagens está lendo no trem para Lviv. Além disso, o trem e a cidade são dois elementos característicos da narração de Grabinski, dos quais Pianni recupera sobretudo na abordagem, construindo um horror baseado nas obsessões humanas. Para o escrito polonês, aparentemente era a mente humana, as suas obsessões e seu relacionamento problemático com a realidade, eram a verdadeira fonte de horror.

Inqueitante e misterioso até o final, Possessão! a história se faz sem as brigas e rajadas de tiros, como nos filmes de ação, que a série nos acostumou, passando para uma narração sutil, muito próxima do horror wierd. A começar pela ausência de respostas definitivas, quase "a beira dos confins da realidade". Uma série de estranhos suicídios mancada a cidade de Lviv, e a única coisa que os liga, parece ser uma mulher. Indescritível, enigmática, a protagonista é uma femme fatale no verdadeiro sentido da palavra. Irresistível e mortal. Todos os seus amantes morrem, e ainda é impossível dizer-lhe não. A violência então se torna a locomotiva da história, mas perde o traço aventureiro e estético. Infligida e autoinfligida, explosiva, imprevisível e mórbida, a violência aqui é o resultado concreto da obsessão, da ansiedade de posse. É também nesse nesse sentido de empossamento, como alienação da vontade no desejo espasmódico de dominação. O apego ao objeto do desejo assume os contornos de uma doença. Mas por trás disso não há mecanismo de regra biológica. Tem muitíssimo o fantasma do desejo e do medo da morte. Tanto no caso das vítimas, que transfiguram a realidade à luz de seus medos/impulsos/fantasias, vão enfim ao encontro da morte, quase como uma libertação daquela alienação insustentável de posse. Mas, sobretudo o "original" do carrasco: a solidão, o abandono, a impossibilidade - ou melhor, a incapacidade - de processar o luto, que a impelem a revivê-lo repetidamente em sua pele, através de seus amantes. Uma dor que se mascara de prazer físico, carnal, visceral. E confundindo eros e tânatos, ele se replica através da morte. Um prazer perverso e paradoxal, que pode levar, na lógica da história, a uma única conclusão.

A única definitiva definitiva...




Matéria publicada originariamente no site: www.senzalinea.it

sexta-feira, 3 de abril de 2020


Em uma guerra de trinta anos, lobisomens e vampiros também podem lutar...


O CAVALEIRO DE ROCCABURNA
Dampyr 241
Nas bancas italianas: 03/04/2020 
História: Mauro Boselli
Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Majo
Capa: Enea Riboldi
Cores: Matteo Vattani
 
Um antigoe mágico volume de livraria de Harlan, o faz entrar no corpo de seu pai e reviver sua luta contra os Wehfwolfe da Saxônia, proveniente da Biblioteca do Castelo de Hochosterwitz, na Caríntia. A antiga fortaleza, que Draka defendeu dos turcos, está de novo ameaçada, quando a Caríntia, parcialmente poupada pela guerra é invadida por criaturas enviadas pelo Mestre da Noite Vlatna. Junto com sua amada Fortunata e o irmão dela Orlando, Draka, disfarçado de general ancião Drago, da Armada Imperial, defende o castelo dos não-mortos de Vlatna, entre os quais estão o pérfido Vulcan e o cruel Dorka, nesta aventura de 110 páginas a cores!


Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

quarta-feira, 1 de abril de 2020


PÁGINA DO DAMPYR DE ABRIL