segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


RESUMO DO BLOG "DEL CATAFALCO"!

Comentários do Blog Italiano sobre Dampyr 140:
Roteiro e argumento: Mauro Boselli
Desenhos: Alessando Scibilia
Capa: Enea Riboldi

Na edição 140 de Dampyr vemos quanto é frágil a linha que separa o "outro mundo" daquele dos homens, e encontramos enfim, explicações para as perturbadoras lendas célticas.

Estamos na Escócia, onde está acontecendo uma convenção sobre folclore local, da qual estão participando Harlan Draka e Emil Kurjak. Junto aos famos estudiosos e experts em paranormalidade, temos alguns músicos, como a banda Liannabh Shee, conhecida de todos os frequentadores de pubs. O violonista da banda, Stuart Morrison, aprendeu a tocar com Duncan McGillvray e aproveita a oportunidade para lhe fazer uma homenagem com uma exibição solo, onde executa uma canção esquecida no tempo: A Balada do Rei Orpheus.

Depois do concerto, algumas pessoas encontram a morte, mas as mortes são inexplicáveis. Duncan, que se encontra hospitalizado, advertiu sobre a presença de Soules e de seu maléfico filho Redcap, então decide ir a Byrnestane para encontrar o responsável pelo retorno deles.

Horrorizado, descobre que seu próprio aluno Stuart invocou os dois e o intima a executar mais a balada que Orpheus tocava, séculos antes, para salvar sua amada, deixando que somente o vento da charneca transmitisse a melodia.

O Castelo de Byrnestane, onde acontece a convenção, pertencia a Soules e, aos olhos dos participantes, está lentamente assumindo às feições que tinha originariamente, mesmo assim os Ghost Hunters não percebem qualquer atividade paranormal. Harlan, Kurjak e o jovem Stuart, devem parar o ser maligno que vagueia pelos corredores e quartos do castelo.

Boselli, depois de colocar um pouco de luz sobre alguns elementos folclóricos, os mergulha novamente na escuridão a que estavam relegados, proporcionando-nos um história bastante carregada de horror. Os desenhos de Alessandro Scibilia (recém incorporado no staff boneliano), abrilhantou a edição, particularmente com uma atmosfera escura e assustadora, que caracteriza a trama, demonstrando também o cuidado com os minuciosos detalhes.

sábado, 31 de dezembro de 2011


ATÉ O CAMP NOU!
No Especial/2011 - Shadowman, com roteiro e argumento de Mignacco e traços de Alessandro Baggi, temos o desenhista amador Duarte, que foi seduzido por Lady Nahema. Os monstros que ele desenha numa história que criou, simplesmente aparecem na cidade de Barcelona. Na sequência abaixo, até o estádio do Barcelona FC, é invadido por monstros...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


NOVO TRABALHO DE FABRIZIO RUSSO!

Em seu blog (http://fabriziorussoillustratore.blogspot.com/), Russo disponibilizou algumas páginas de seu novo trabalho dampyriano.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011


RESUMO DO BLOG "DEL CATAFALCO"

Comentários do Blog italiano sobre Dampyr 139:
Roteiro e argumento: Mauro Boselli
Desenhos: Fabrizio Russo
Capa: Enea Riboldi

A edição de outubro de Dampyr nos apresentou uma aventura ambientada no submundo de Los Angeles.

O serial killer conhecido como Jeff Carter, cuja missão é eliminar somente os maus, decidiu por fim as ações da "Mara Salvatrucha", uma gangue, cujos integrentes vêm da América Central. A empreitada se revela mais complicada do que o previsto, porque uma facção da gangue, a MS-13, tem um novo e misterioso chefe.

A policial inglesa Ann Spade, que há muito tempo se ocupa do caso Jeff Carter, aceita partir para os Estados Unidos, para colaborar com a polícia de Los Angeles. Também Dampyr e pards rumam para Los Angeles, suspeitando do retorno do gangster Bugsy Siegel, um discípulo do Mestre da Noite Lord Marsden.

As supeitas do "time de caçadores de vampiros" encontram fundamento e, com a ajuda de Carter e alguns velhos amigos, derrotam o gangster ressucitado em uma batalha com todos os tipos de golpes.

Os vampiros de Boselli tiram vantagens das desigualdades sociais, já os vimos prosperar nas guerras e, desta vez, fincam raízes nas gangs de Los Angeles, cujos membros, exibem um falso senso de honra, terreno fértil para o desenvolvimento de ideologias distorcidas que não trazem nada de bom. O cenário é aquele típico das modernas séries de TV americanas, nas quais a ameaça se constitui em gangs, compostas por adolescentes, que se destacam pelo seus atos criminosos. O elemento horror se incorpora a história evoluindo até se tornar o principal detalhe. As histórias de Bonelli dificilmente seguem um esquema pré-definido: desta vez uma história desenvolvida com elementos de horror, sem contar uma contrastante história de amor nesse meio.

Com traços pesados, Russo, já tinha usado essa tática com Bugsy Siegel quando da sua aparição na edição 111, adicionando novos elementos, transformando a ensolarada Los Angeles num lugar onde o perigo espreita a cada esquina.

domingo, 25 de dezembro de 2011


PQEDITOR EXCLUSIVO: MARCO SANTUCCI!

Caros leitores que amam calafrios e sangue, vão ficar particularmente entusiasmados, pois poderão ler sobre a vida e obras do genial desenhista dampyriano, Marco Santucci.

Nos fale de sua formação
Marco Santucci: A minha formação é principalmente auto-didata, gosto das técnicas do "claro-escuro", da perspectiva e de tudo que é necessário para realizar um quadrinho em um estúdio autônomo. Tive como guia, que foi importantíssimo na minha formação, Fabio Civitelli.

Em qual escola gráfica você se inspira?
Marco Santucci: Na realidade me inspiro em vários desenhistas e em diversos estilos, quando comecei, meu ponto de referência era Todd Macfarlane, porque tinha me marcado com seu homem aranha. Hoje me afastei um pouco desse estilo, graças a Civitelli e Bianchinni, que me permitiram conhecer autores mais clássicos, que ajudaram a melhorar a técnica dos meus desenhos. Gosto muito de Buscema, de Cláudio Villa e sobretudo de Claudio Castelini; também existem outros artistas que vejo e aprecio.

Qual a marca registrada de seu traço?
Marco Santucci: Procuro realizar um desenho que seja intermediário entre o sintético e o
elaborado. O que gosto são os detalhes, mas reconheço também a necessidade de uma certa síntese no desenho, porque estou convicto que carregar com muitos detalhes uma cena, retarda a fluência da leitura do quadrinho. Seguramente, um outro elemento que me caracteriza é o uso abundante do "claro-escuro", enfatizando sempre o personagem.

Nos fale de suas primeiras experiências como desenhista
Marco Santucci:
O meu primeiro trabalho foi com a Phoenix de Bolonha, editora ainda ativa no início dos anos noventa, para um quadrinho de 8 páginas; sucessivamente passei para a Star Comics, onde realizei um número de Samuel Sand, e enfim, passei para a Sergio Bonelli, onde comecei com Mister No.


Hoje é um importante desenhista dampyriano, mas como foi sua primeira impressão com o personagem?
Marco Santucci:
O primeiro impacto com o personagem e seu mundo foi muito positivo. Dampyr é uma série bem escrita e com um ótimo staff de autores,
moderna e dinâmica. Obviamente, precisei estudar a fundo Harlan para poder realizá-lo de uma maneira eficaz e sua caracterização representa uma luta contínua.

Qual o personagem mais característico do trio anti-vampiro?
Marco Santucci:
Sem dúvida o mais característico é Kurjak, aliás estou desenhando ela agora para uma história de Diego Cajelli. Os personagens secundários podem ser interpretados por nós desenhistas, de uma maneira mais livre em relação aos protagonistas, podemos jogar com suas expressões, torná-los mais humanos. Como no caso de Tex, que dever ser sempre único, impecável, enquanto com Carson, podemos divergir mais.

A força de Dampyr está na continuidade, procura igualar o seu traço com aquele dos desenhistas que o precederam?
Marco Santucci:
Honestamente não. Utilizo simplesmente o meu estilo. Obviamente me adapto às atmosferas, mas não revejo os autores que me precederam. De fato, mesmo trabalhando para a Bonelli, Marvel ou o mercado francês, utilizo sempre o meu traço característico. Que varia por demais, talvez, de acordo com as enquadraturas.

O que falta a Dampyr para se tornar um sucesso editorial como Tex ou Dylan Dog?
Marco Santucci:
Quem tiver a resposta a essa pergunta poderá criar muitas séries
de sucesso, mas na realidade penso que nem mesmo os editores sabem com exatidão porque uma série alcança tanto sucesso. Dylan Dog é um sucesso como de costume, que o fez famoso, enquanto Tex, que nasceu há sessenta anos, continua fazendo sucesso com o gênero que oferece, e, consegue superar as décadas sempre com sucesso. O motivo sinceramente não tem explicação.
Nos fale de sua experiência com o mercado francês
Marco Santucci:
A experiência na França, ao contrário daquela com a Marvel, eu não procurei, simplesmente aconteceu. A princípio, foi uma experiência difícil, porque o quadrinho francês tem um estilo próprio e divulgação diferente com relação à Itália e os Estados Unidos. Então eu tive que adaptar às necessidades daquele mercado. Novo gênero, novo desafio, novas coisas a aprender se traduzem numa experiência estimulante.

Nos fale de seus planos futuros
Marco Santucci:
Nesse momento estou terminando uma edição de Dampyr e preste a iniciar o segundo volume do quadrinho francês, enfim, seria prazeiroso uma nova experiência com a Marvel Comics.


Entrevista publicada originariamente no http://pqeditor.altervista.org, sob a responsabilidade de Ivano Garofalo e Pasqule Vitolo.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011


HARLAN DRAKA
!
Por Michele Benevento.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011


A BALADA DO REI ORPHEUS

Música feita para Harlan Draka, inspirada na edição 140. Composição de Mariano Dapor e realizada pela Banda Place to Be.