quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

 
Dampyr, Tesla e Kurjak estão na Itália, mais precisamente em Turim. De repente, os homens que atacavam prostitutas, começaram a serem mortos. Mortes misteriosas... No auge das investigação, Tesla assumiu o volante, para desespero total do nosso soldado!
Dampyr 72 - A deusa egipcia (história de Pasquale Ruju com desenhos de Fabrizio Russo) 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

 
A bruxa de Edimburgo - Dampyr 310 (Janeiro 2026) 

Escrita por Paolo M.G. Maino
 
A Bruxa de Edimburgo é o título da edição de janeiro que abre o ano de 2026 de Dampyr e se apresenta como um clássico retorno às origens. Ao longo de mais de 25 anos, a dupla Mauro Boselli e Luca Rossi nos trouxe algumas das histórias mais icônicas e góticas da saga do Caçador de vampiros de Boselli, e começar por elas é um importante sinal do valor que Dampyr mantém no portfólio da editora milanesa.
 
A história (dividida em duas partes: uma primeira parte e a conclusão em fevereiro) tem todos os ingredientes de um Dampyr crepuscular e de um terror psicológico. Estamos na Escócia, e Julia e Jordan, um casal de contatos de Caleb Lost, o informaram sobre um estranho episódio que descobriram através da pesquisa de Julia: uma visão semelhante a um pesadelo vivenciada por um certo Lorde Boswell em 1773 no Slains Castle. Uma visão com um toque vampírico e ligada a uma bruxa, Janet Horne, que aparentemente morreu na fogueira. 
 
Um caso clássico cold case que os poderes de Harlan podem ajudar a resolver. 
 
A bruxa de Edimburgo - Dampyr 310
História e roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Luca Rossi
Capa: Michele Cropera 
 
A história, como é típico de muitas histórias de Boselli, alterna entre passado e presente, trilhando uma tênue linha de referências a contos de terror clássicos, incluindo inúmeras alusões ao Drácula de Bram Stoker (como Gianmaria Contro nos lembra no editorial, Slains Castle está ligado à gênese do romance). Mas os pesadelos do passado se duplicam nos pesadelos do presente, nos quais Julia, Jordan e Kurjak caem facilmente, e dos quais Harlan e Tesla têm muito trabalho para salvar seus amigos. Entre os muitos personagens que surgem na história, Janet Horne começa a assumir um papel de destaque, prometendo ser uma adversária formidável a ser derrotada. 
 
 
E, como prometido na apresentação de Dampyr 300, Mauro Boselli adiciona um personagem que é o maior inimigo de Harlan e companhia. Mas falarei disso daqui a pouco, entrando em território de spoilers.
 
O cenário está montado, o tempo para chegar ao fundo da situação parece curto, e por isso esperamos que a próxima edição seja uma crescente de tensão!
 
A beleza do álbum é ainda mais realçada pelo trato único de Luca Rossi, fresco e evocativo, com contrastes de luz e sombra espectrais, dinâmico e reflexivo. O Harlan de Rossi harmoniza-se perfeitamente com o de Majo e Andreucci. Foram eles que criaram o padrão de excelência para Dampyr, que foi renovado ao longo dos anos por outros artistas como Michele Cropera (novo capista da série), Longo, Del Campo, Delladio, Viotti, Belardo, Ambu...
 
As alternâncias entre a realidade e as visões de pesadelo, as aparições fantasmagóricas, os cantos escuros das ruas de Edimburgo são detalhes que narram e cativam o leitor. Em suma, uma história em quadrinhos de Rossi é uma experiência incomparável entre os quadrinhos populares italianos. Então, se você não é um leitor assíduo de Dampyr... compre as edições de janeiro e fevereiro! 
 

Zona spoiler
 
Algumas considerações adicionais sobre elementos da saga Dampyr. Boselli, como prometido, continua seus enredos, e como o confronto final com Lorde Marsden na edição nº 300 não foi suficiente (uma edição em que a batalha foi contra vários Marsdens graças aos artifícios criados por Sho Huan com suas práticas mágicas), ele renova o desafio. Não vemos o Senhor das Ilhas em ação, mas tudo nos remete a ele e ao seu ódio por Harlan e pelos Dampyr. Ele é uma presença sempre sutil e traiçoeira, e aqui ele é dotado de novos poderes: a habilidade de trazer para um mundo onírico e letal. E nas entrelinhas, a questão que surge é: Lord Voldemort (ops...) algum dia estará realmente morto, ou ele continuará a existir em diferentes planos da realidade, tentando retornar mais agressivo e violento? E agora, sem a presença próxima e reconfortante de Draka Pai, ele terá ainda mais poder? 
 
São perguntas que, apesar da heterogeneidade das histórias de Boselli e da nova direção de Contro, testemunham um certo sentimento compartilhado: a matéria dampírica é um magma incandescente que pode assumir múltiplas formas e, de fato, precisa assumi-las para sobreviver. Contro sabe disso, e Boselli sabe disso (afinal, ele sempre soube disso, nos presenteando com infinitas variações que repetidamente nos surpreenderam).
 
 
Crítica publicada no site: www.fumettiavventura.it  
 

domingo, 15 de fevereiro de 2026

 
Dampyr 148
Na fortaleza dos naphidim
Arte de Fabiano Ambu
 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

 
Uma série de misteriosos e sangrentos delitos, perturbam a Alemanha. O modus operandis é sempre igual, mas existe uma inexplicável particularidade: o assassino nunca é o mesmo. Arrastada para dentro do enigma de suas angustiantes visões, Ann Jurging, lado a lado com Harlan, procura descobrir a fonte obscura da maldição: a sedutora e ardilosa demônio, conhecida como Ghilàn! 
Dampyr 120 - A sombra do dragão (história de Diego Cajelli com desenhos de Marco Santucci)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

 
Dampyr 310-311
A bruxa de Edimburgo
O meu nome é Janet Horne
 
Crítica à história dupla de Mauro Boselli e Luca Rossi
 
Mauro Boselli retorna a Dampyr, seguindo uma trajetória altamente pessoal e reconhecível. Após deixar o título na edição #300, ele não segue a liderança da nova gestão, mas aborda diretamente as questões não resolvidas de sua própria carreira como autor, focando-se novamente nas atmosferas, presenças e tensões narrativas que estão tão intimamente ligadas à sua visão do personagem.
 
A trama dupla, ambientada entre o Slains Castle e as sombras do noroeste da Escócia, é - de certa forma - clássica, com as usuais referências cruzadas entre passado e presente, referências históricas e folclóricas, digressões que misturam a realidade documentada e o universo de Dampyr. 
 
Ainda assim, surpreende com uma verborragia mais contida do que o esperado, permitindo que a narrativa avance por meio de sugestões e evocações. Embora nunca exploda em horror explícito, a história, com seu ritmo constante, é habilmente suspensa e inquietante: com um enredo inteligente e complexo, mantém um equilíbrio entre revelações e dúvidas, fazendo bom uso do espaço disponível nas páginas. 
 
A figura de Janet Horne, a última mulher executada por bruxaria nas Ilhas Britânicas, torna-se uma porta de entrada para algo mais sombrio, enquanto a sombra de Lord Marsden paira sobre tudo. Boselli explora habilmente a ambiguidade de sua morte, alimentando suspeitas e reabrindo cenários.
 
As sequências oníricas compartilhadas pelas banshees ligadas a Mardsen intensificam a sensação de perigo, e a presença de Samuel Johnson, perfeitamente inserido no contexto histórico, completa uma história que não deixa nada ao acaso e presta atenção a cada detalhe. O elenco de apoio e a personagem de Julia também são bem trabalhados.
 
 
 
Publicado originariamente no site: www.ubcfumetti.com 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

 

 Direto da Preview 124:
 
 
 
Dampyr 313
Os pântanos de Kasane
De Mauro Boselli com desenhos de Giorgio Gualandris
Capa de Michele Cropera
Abril/2026 
 
Kwaidan, ou Kaidan... é assim que - adaptando a pronúncia ao nosso idioma - os japoneses chamam as histórias de fantasmas. É uma dessas histórias que Dampyr deverá desvendar. Uma história de amor traído, solidão e morte, é a dolorosa matéria prima que deu forma a um espectro faminto por vingança e a sua lenda aterrorizante... A lenda de Kasane! 

sábado, 7 de fevereiro de 2026

 
Dampyr, por Marco Torricelli!