segunda-feira, 4 de maio de 2026

 
Após ter vindo em socorro de Kenshin, Harlan precisa refazer os muitos caminhos que seu amigo percorreu... ali reside a origem do espectro ameaçador, a impiedosa Yurei, que ele deve enfrentar e banir para as trevas para sempre! 
 
 
A VINGANÇA DA YUREI
Dampyr 314
Nas bancas italianas: 05/05/2026
História: Mauro Boselli
Desenhos: Giorgio Gualandris
Capa: Michele Cropera

Harlan Draka está na terra do Sol Nascente, seguindo o rastro de uma presença - um fantasma? - que atormenta seu amigo Kenshin e sua amada Keiko... Presos à roda das infinitas reencarnações, os dois amantes se depararam com a antiga maldição que pairava sobre os pântanos de Kasane, uma força emergida das profundezas do tempo para desencadear sua fúria destrutiva!

 
 
Publicado originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

sábado, 2 de maio de 2026

 
Uma missão de salvamento nas selvas da Birmânia... com sabor de armadilha mortal!


SELVA DE FOGO
Dampyr 305
História: Paolo MG Maino e Claudio Falco
Roteiro: Claudio Falco
Desenhos: Andrea Del Campo
Capa: Michele Cropera
 
Com a ajuda de T-Rex e seus mercenários, Harlan, Tesla e Kurjak penetram nas florestas birmanesas seguindo o rastro do cruel não-morto Sao... Para libertar os mineiros escravos que ele sequestrou e destruir seu Mestre, eles estão prontos para desencadear uma tempestade de chumbo. Eles não sabem que, nas sombras, o ancestral Kwan-Yin os vigia e, talvez, os esteja manipulando para um propósito obscuro...

segunda-feira, 20 de abril de 2026

 
NAS GARRAS DE ELLE/MERIDIANA!
Harlan estava indo se encontrar com a bela policial Hanneke na Blégica, quando, no meio do caminho, ao tentar salvar uma jovem, caiu numa armadilha. 
Na verdade tudo não passou de uma armadilha da escrava de Nergal!
Dampyr 189 - A casa dos espelhos (história de Claudio Falco com desenhos de Alessio Fortunato)

sábado, 18 de abril de 2026

  
Página do Dampyr 313 - Os pântanos de Kasane
Historia de Mauro Boselli
Desenhos de Giorgio Gualandris 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

 
Direto da Preview 126:
 
 
Dampyr 315
O fruto da peste
De Mirko Perniola com desenhos de Vito Rallo
junho/2026

Dargavs. Ossétia do Norte. Na necrópole conhecida como "a cidade dos 10.000 mortos" nem todos os hóspedes dormem o sono eterno. Alguma coisa se move na escuridão daquele labirinto subterrâneo, alguma coisa que permaneceu atenta e hoje está mais do que nunca faminta por carne humana... Decidido a pará-la, Dampyr segue sua pista, mas base bem que, naquele terreno traiçoeiro, o caçador mais esperto pode se tornar a presa!  

terça-feira, 14 de abril de 2026

 
Julia caminha pelas ruas de Edimburgo para encontrar o marido dela, o que ela ainda não sabe é que Janet Horne, a última mulher morta na fogueira por bruxaria nas Ilhas Britânicas, quer voltar a viver e precisa de um corpo, e, escolheu o de Julia!
Quem estará por trás de tudo?
Dampyr, Tesla e Kurjak já estão na Escócia para entender tudo isso!
Dampyr 310 - A bruxa de Edimburgo (de Mauro Boselli com desenhos de Luca Rossi)

domingo, 12 de abril de 2026

 
Canto noturno - Dampyr 312 (Março 2026) 

Escrita por Paolo M.G. Maino
 
Canto Noturno é o título do Dampyr 312, que chegou às bancas em março. Talvez você já tenha lido (lembrando que Dampyr 313, de Boselli e Gualandris, deve ter chegado às bancas). Aqui está a resenha do nosso blog, que acompanha a série dos Caçadores de vampiros de Boselli há muitos anos (e este que vos escreve acha que entende um pouco de Dampyr...). 
 
Canto noturno - Dampyr nº 312 
História e roteiro: Luca Barbieri
Desenhos: Andrea Del Campo
Capa: Michele Cropera 
 
Canto Noturno tem duas particularidades que merecem nossa atenção: a estréia de um novo roteirista, Luca Barbieri, que já escreveu para Tex, Dragonero, Zagor, Martin Mystère, Mickey Mouse... e que na Bonelli é editor de Dragonero e de alguns títulos relacionados a Tex, com arte de Andrea Del Campo, agora um pilar histórico e um dos autores mais prolíficos associados a Dampyr; e - segundo elemento a destacar - a história se passa na Amazônia, entre Belém, Santarém e a utópica Fordlândia, no meio da floresta. Em resumo, para nós, fãs da Bonelli que não somos exatamente novatos no gênero, é um mergulho nos lugares do Mister No! 
 

Antes de mergulhar na (bela e envolvente) história, permitam-me relembrar as muitas imagens e vozes misternoianas às quais Barbieri presta homenagem em seu roteiro: ouvimos o convite para beber 'cachaça'; o típico agradecimento brasileiro 'Muito obrigado' ou a exclamação 'Raios'; o trabalho árduo e humilhante dos 'garimpeiros'; um teatro projetado para ópera, como na decadente Manaus.
 
Mas então surgem duas referências muito sutis: há um vilão chamado Krueger, como o fiel companheiro de Mister No em muitas aventuras, e, acima de tudo, em um dos muitos flashbacks em tons de cinza, somos levados à década de 1930. Aqui, o antagonista de Dampyr nesta história encontra um homem chamado Drake, que se apresenta com o rosto e o chapéu típico do pai do nosso Jerry Drake, também conhecido como Mister No! E, novamente, a bela vampira Camille Monfort é considerada pelos indígenas como a presença física de Ananga, o espírito da deusa jaguar contra quem tanto Mister No quanto Dylan Dog lutaram. Temos aqui uma espécie de tripla referência a outros personagens, voltada para os leitores de Bonelli de várias gerações. 
 

Mas essas referências a Mister No não afetam a leitura para aqueles que não estão familiarizados com o personagem criado por Guido Nolitta. 
 
A história de Barbieri é, de fato, sólida e se encaixa em um gênero com muitos precedentes em Dampyr: um não-morto criado por um mestre da noite que permanece para reinar sobre um determinado lugar, tornando-se uma espécie de "chefe" do lugar. Nesse caso, trata-se da bela e cativante Camille Monfort (excelentemente interpretada por Andrea Del Campo), que, como rainha da Ópera, sucumbe ao desejo da juventude eterna e vive décadas em um clima de decadência e languidez amplificado pelas belíssimas gravuras especiais de Del Campo. Barbieri, que demonstra imediatamente sua habilidade em lidar com os personagens de Dampyr, incorpora a essa trama básica alguns elementos narrativos que merecem atenção. A bela Camille não é a verdadeira antagonista de Harlan e companhia, e de fato se mostra decisiva para salvá-los, mas isso não a torna uma nova aliada de nossos heróis. Seu fim é tanto uma libertação quanto um canto final, como o de uma protagonista trágica em um melodrama. Além disso, estamos testemunhando uma multiplicação de contextos de decadência e fracasso: a efêmera temporada do final do século XIX com o sonho de civilizar e europeizar a Amazônia e a utopia fadada ao esquecimento de Fordlândia (assim como Brasília, aliás).
 
 
Uma edição fantástica, repleta de ação (afinal, se Del Campo está nela, deve haver muita ação!), paisagens belíssimas, cenários de aventura (florestas equatoriais sempre foram um dos seus favoritos, e Del Campo também tem grande experiência nesse ambiente) e até mesmo lutas contra a injustiça (a trama, aliás, gira em torno de dois indivíduos azarados que querem investigar exploração e tráfico ilegal). Uma estreia excelente de Barbieri, que esperamos ver novamente (apesar de estar envolvido em vários projetos) em Dampyr!

Crítica publicada no site: www.fumettiavventura.it