quinta-feira, 9 de julho de 2026

 
O fruto da peste - Dampyr 315 (Junho 2026)  
Escrita por Paolo M.G. Maino 
 
Após a história dupla no Japão, de Mauro Boselli e Giorgio Gualandris (que pretendo resenhar em breve), e antes da história dupla na Albânia, de Maurizio Colombo, Andrea Del Campo e Fabrizio Longo, baseada em uma história desse que escreve, em junho de Dampyr 315, O fruto da peste, marcou o retorno de Mirko Perniola, um escritor versátil que trabalhou em muitas publicações da Bonelli, como roteirista, após a edição 253 O filhos de Pontemorto (aliás, nessa ocasião Harlan também abordava um lugar amaldiçoado), e a estreia absoluta de Vito Rallo como desenhista da série.
 
Esta é uma clássica aventura solo de Harlan que se encaixa bem em alguns dos temas da nova curatoria de Gianmaria Contro para a série de caçadores de vampiros da editora milanesa. 
 
 
O filho da peste - Dampyr 315
História e roteiro: Mirko Perniola
Desenhos: Vito Rallo
Capa: Michele Cropera 
 
Harlan viaja para a Ossétia e, mais especificamente, para a necrópole de Dargavs, um sítio arqueológico real onde estão sepultados mais de 10.000 mortos. Um lugar rico em lendas e interpretações perturbadoras que inspirou uma reinterpretação dampyriana por Perniola (que trabalhou muito com Martin Mystère e é versado em certos mysteri). 
 
A história pode ser resumida facilmente: uma expedição arqueológica e espeleológica termina em massacre. A única sobrevivente, por meio de seu amigo Milius, contata Harlan, que precisa solucionar o caso enquanto enfrenta um inimigo traiçoeiro com poderes inesperados. 
 

O álbum esteve nas bancas recentemente, então não quero dar nenhum spoiler, mas queria destacar os motivos pelos quais vale a pena comprá-lo e lê-lo com calma.
 
A arte de Vito Rallo é uma descoberta verdadeiramente agradável. Seu Harlan é excelente, tanto em seus momentos de herói de ação quanto em seus momentos mais humanos e sofridos; as cenas de ação em contraste com o claro-escuro da necrópole são belíssimas; os detalhes do contexto único da necrópole são meticulosamente elaborados, e a reconstrução da Dargavs do século XVIII, onde a história começa (e ocasionalmente retorna em flashbacks), é igualmente eficaz. Em suma, Rallo é um artista com histórias de terror em seu DNA e demonstra imediatamente estar à vontade com os cenários dampyrianos, então, como diz Contro no editorial, esperamos que ele retorne no futuro. 
 

A história explora dois elementos, cuidadosamente equilibrados por Perniola: por um lado, a busca de um Frankenstein repaginado pela fonte da vida eterna e, por outro, a danação de uma não-vida. Amor e morte - alguém poderia perguntar - o que poderia ser mais poderoso narrativamente do que essa dupla frequentemente antitética? Perniola brinca com arquétipos Dampyrianos que, como vimos em muitas edições posteriores à número 300, são apresentados de uma nova maneira e com certas variações. O tema ou modelo subjacente é claro, mas as nuances introduzidas tornam a resolução da história menos óbvia e previsível. Oksana, a trágica antagonista do Dampyr nesta edição, é uma personagem bem construída por Perniola e, portanto, cativante para o leitor. Alguns elementos permanecem sem resolução e merecem maior exploração e desenvolvimento, mas, independentemente de isso acontecer no futuro, essas omissões (ou elipses) são sensatas e tornam a leitura ainda mais fascinante.
 
 
 
Crítica publicada no site: www.fumettiavventura.it 

terça-feira, 7 de julho de 2026

 
Para fugir da morte, talvez não seja necessário ser um vampiro... Talvez exista um outro modo de enganar o destino. E é isso que o cruel John Stanley Hart fez... embaralhando as cartas da realidade de um rito cruel, até acessar o enigmático Mundo Duplo, onde nossas cordas são puxadas por mãos invisíveis... Lá onde Harlan deve seguí-lo para por fim a sua sanguinária ambição!  
Dampyr 303 - Mundo duplo (história de Gianmaria Contro com desenhos de Giovanni Talami e Antonello Catalano)

domingo, 5 de julho de 2026

 
Direto da Preview 128:
 
 
Dampyr 317
Sem piedade
De Maurizio Colombo e Paolo Maino com desenhgos de Andrea del Campo e Fabrizio Longo
Capa de Michele Cropera 
agosto/2026

Albânia. Em busca das memórias do escritor Turjan Dalliu, Harlan, Tesla e Kurjak se deparam com o sórdido Krap, um antigo capanga do regime, que se reinventou como um rico empresário... Mas Krap esconde um segredo ainda mais horripilante e comanda um exército de sádicos mercenários prontos para atacarem D|ampyr. A hora é sombria e a batalha final promete ser extremamente violenta. Uma batalha sem limites... E sem piedade! 

sexta-feira, 3 de julho de 2026

 
O fantasma de uma ditadura brutal retorna, exigindo respostas. Seriam os agentes do terror realmente... vampiros? 
 
 
A CASA DAS FOLHAS DE SANGUE
 
Dampyr 316
Nas bancas italianas: 02/07/2026
História: Maurizio Colombo e Paolo Maino
Desenhos: Andrea Del Campo e Fabrizio Longo
Capa: Michele Cropera
 
Tirana, Albânia. As sombras do regime de Enver Hoxha ainda pairam sobre o país e pesam mais do que nunca na consciência do escritor Turjan Dalliu... Ele, que foi forçado a cometer atos horrendos, agora se vê confrontado com um passado que se recusa a morrer. O homem que ele encontrou hoje é realmente o líder dos antigos torturadores? Ele e seus capangas eram de fato o que sua memória ferida retrata? Eles eram realmente... vampiros? Essas são perguntas que só o Dampyr pode responder.



Publicado originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it
 
 
 
 

quarta-feira, 1 de julho de 2026

 
Quando a terra treme, o verdadeiro horror emerge de suas profundezas.
 
O CHACAL
 
Dampyr 306
História: Giovanni Eccher e Gianmaria Contro
Desenhos: Simone Delladio
Capa: Michele Cropera
 
O inferno da guerra... É aqui que os Mestres da Noite encontram a fonte de poder. Mas existem outras forças capazes de destruir as cidades e levar os humanos ao desespero, eventos que oferecem ricas oportunidades a quem está pronto para desfrutá-las. Eventos como... os terremotos. Harlan dá caça a um insólito adversário: um monstro que, ao que parece, pode prever as catástrofes saídas das vísceras da Terra! 
 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

 
Harlan vai a Guichoux, uma cidadezinha francesa, fazer uma investigação a pedido de Caleb Lost, pois uma inimiga pode estar se movendo por lá. Ainda faz piada, pois gastou três dias para chegar a cidade, segundo ele, pensando, foi mais fácil chegar no Usbesquistão. Ao andar em direção ao hotel, vê umas meninas pulando corda e cantando uma música, a música cita o nome Claudine, isso deixa Dampyr intrigado... ao questioná-las quem as tinha ensinado a música, veja o que ganhou como resposta na última imagem... 
Dampyr 61 - A foto que grita (história de Diego Cajelli com desenhos de Luca Rossi)

sábado, 27 de junho de 2026

 
O responsável pelo teatro, o Senhor Matis, "está se movimentando" para trazer as peças teatrais de volto ao auge do Grand Guignol mas, diante da reação do público moderno, que prefere o riso ao terror, se sente profundamente frustado. Quando um misterioso diretor, que se diz chamar Príncipe Sho Huan, se oferece para ajudá-lo no seu intento, Mathis aceita de bom grado.
Harlan também se encontra em Paris e, junto com sua amiga Angelique, assiste ao espetáculo de Sho Huan.
A representação alcança o sucesso desejado, de assustar o público através do sangue mas, ao final, se consuma um delito de verdade.
A tragédia não impede que os atores, no dia seguinte, retornem a Rua Mont para representarem novas peças dirigidas por Sho Huan.
Caberá a Harlan descobrir quem é na realidade o obscuro diretor e por fim nos assustadores espetáculos.
Dampyr 158 - Noite no Grand Guignol (história de Mauro Boselli com desenhos de Alessio Fortunato)