quarta-feira, 29 de maio de 2019


Página da história de Giorgio Giusfredi com desenhos de Fabio Bartolini!

segunda-feira, 27 de maio de 2019


ABIGOR!
Um grupo de traficantes, na verdade, um parte do bando do Mestre da Ixtlan, está agindo na cidade do México. O DEA com a polícia local, apreendeu uma carga, e, nos pacotes da droga, a palavra Ixtlan, chamou a atenção de Bobby Quintana, o policial colombiano amigo de Dampyr.
Tudo na verdade é uma armação de um personagem novo na série, até então desconhecido, Abigor, que pertence aos altos escalões da polícia infernal.
Ele quer atrair Harlan Draka ao México, na noite do dia dos mortos, onde a lenda local, diz que a passagem entre esse mundo e os dos mortos fica aberta e, para onde ele quer mandar Dampyr.

Dampyr 212 - O dia dos mortos - História de Claudio Falco com desenhos de Fabiano Ambu.

sábado, 25 de maio de 2019


Simone Delladio da redação nos mostra uma página da nova história em que está trabalhando.

quinta-feira, 23 de maio de 2019


PLANETA DE SANGUE
Louis Le Prince, o inventor da Câmara com lente única, desaparece no dia 16 de setembro de 1890, no trem Dijon/Paris! O que esse fato tem haver com George Mèliés, o inventor da cinema de ficção científica e horror? Giorgio Giusfredi usa o alvorecer do cinema no fim do Século XIX, para nos apresentar uma inquietante história. 
Harlan está com sua protegida Ljuba em Paris, e com ela vão assistir Planeta de Sangue, um filme que esteve perdido durante muitos anos, com uma peculiaridade assustadora, provoca loucura em quem o assiste. Quem será o mestre da noite por trás de tudo, que quer eliminar Dampyr? Um Mestre da noite cinéfilo?
Alessio Fortunato em estado de graça nessa história, tanto ao criar os monstros da história, quanto nos detalhes individuais que podemos observar em cada quadrinho. Um colírio para os olhos! 
Dampyr 221 - Planeta de Sague - História de Giorgio Giusfredi com desenhos de Alessio Fortunato.

terça-feira, 21 de maio de 2019


Da redação, Majo nos mostra uma página do Dampyr que será lançado pelos 20 anos da série. A história será uma continuação do Dampyr 27 - Os lobisomens.

domingo, 19 de maio de 2019


As moças do Mahogany Hall - Dampyr 230


História e Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Nicola Genzinella
Capa: Enea Riboldi

Crítica de Paolo M.G. Maino

Depois do álbum de dezembro - Os horrores de Red Hook - Mauro Boselli, que volta a ter nas mãos a sua criatura e como prometido, no enganador número do mês passado, que daqui, oficialmente, começa uma história que girará em torno de dois temas principais: o retorno dos Grandes Antigos (que tem uma ligação estreita com o álbum de dezembro) e o destino de Emil Kurjak e da sua doença. As moças do Mahogany Hall, este é o título da história de maio, constitui-se na primeira parte de uma história dupla confiada aos mágicos pincéis de Nicola Genzianella, de retorno, depois de sua contribuição no Dampyr que se passou em Lucca, em novembro passado - O santo vindo da irlanda.


E digo logo, que as primeiras quatro histórias de 2019, são ótimas, apenas começando a leitura e a observar as páginas deste número, somos "jogados" na atmosfera das melhores histórias dos matadores de vampiros da Bonelli, aquelas feitas de ação, mistério, suspense, reviravoltas, ricas de pontas que se ligam a tantas histórias do passado e cheia de dicas do que nos espero no futuro mais ou menos próximo.
Boselli sabe como poucos orquestar uma história em que se pode de ver mover em cena, tantos personagens: Harlan, Kurjak, Tesla, Caleb, Araxe, o doutor Kergaz, a súcuba Eisheth, Jim Fajella, a sua fidanzata Michelle Duprez, a irmã desta Carmem, a súcuba irmã de Esheth, Agrat, Samael, Legba, o fotógrafo Bellocq, Barão Samedi, Nicholas e Ljuba, Jelly Roll Morton, a não-morta Sade, C-Mell... Boselli nos parece perdido, mas tem as rédias da histórias nas mãos. E, nada é o que parece ser, quando pensamos (ou talvez tememos) que as coisas vão em uma certa direção, no momento "x", a cena muda para um outro personagem e geralmente para um outro lugar (Praga, Nova Orleans, Bretanha...) até a convergência de vários rios para um só lugar: um clube de jazz, local de um confronto que permanece suspenso em vista da edição de junho.


Também esta escolha não é casual, depois da histórica história dupla 15-16, Boselli retorna 18 anos depois a reencontrar-se com o jazz e suas origens nos estados do sul dos Estados Unidos e nos explica finalmente a relação entre Legba e o Barão Samedi. Tudo volta!
Sem contar mais nada sobre o enredo (no fundo direi que não contei quase nada), quero sublinar um elemento chave deste belo número e o faço roubando o título de Dampyr 219: Tudo por amor. Boselli que em Tex por exigências do gênero, não se aprofunda nas relações amorosas (mas para o jovem Tex Willer estamos vendo algumas exceções), em Dampyr usa o amor como motor e fim de tantas ações e gestos: o amor entre Kurjak e Tesla (mas também aquele de Samael por Tesla); o amor entre Jim Fajella e Michelle Duprez; o amor escravo de Harlan pela súcuba Eisheth; uma cena de amor entre Harlan... (não posso dizer) realmente marcante; o amor entre Araxe e o Doutor Kergaz... E tudo isso explendidamente mostrado por Nicola Genzianella.


Porque é evidente que se Boselli cria uma história que o mantém ligado da primeira à última página, graças a representar essa história a partir de ambientes díspares no espaço e no tempo. Genzianella é uma certeza, é como um bom vinho, está melhorando a cada ano e nesta primeira parte se apresenta, como sempre, em grande forma. Boníssimo ao representar as sensuais moças do Mahogany Hall, como podem apreciar na página acima e naquela abaixo. 
Bom - infelizmente - devemos esperar o outro mês para lermos a conclusão desta história. O álbum de junho nos levará para longe de Nova Orleans, numa procura entre os mundos do multiverso. Até breve!



Crítica publicada originariamente no blog: fumettiavventurarecensioni.blogspot.com

sexta-feira, 17 de maio de 2019


O INFORMANTE
Wang trocou Las Vegas por São Francisco, mas não conseguiu se livrar o detetive (vampiro) Jim Fajella. Fajella está nos rastro da máfia chinesa, mas algo está acontecendo em Chinatown... chefões estão sendo mortos... a suspeita tem nome: Ah-Toy, a nova chefe do tráfico na cidade.
Wang como deveria ser, está temeroso em repassar qualquer informação ao nosso detetive e, tem razão. A mestre da noite Aht-Toy está de volta de retomar o que é seu... a cidade de São Francisco!
Dampyr 215 - Chinatown - História de Claudio Falco com desenhos de Luca Raimondo.