Nicola Genzianella nos apresenta uma página da nova história em que está trabalhando!
quarta-feira, 15 de maio de 2019
sábado, 11 de maio de 2019
terça-feira, 7 de maio de 2019
LUTA!
Chegou a hora da Coronel Joshua Raffer, mostrar para seus ricos clientes, a luta entre dois não-mortos. Tesla é um deles! O mercenário conseguiu capturá-la.
O outro não-morto Zaldivar Mundo, foi vampirizado por Vathek, e preso há cinco séculos na casa do crepúsculo, parte de um castelo na Espanha. Joshua o descobriu, e, começou a dar-lhe pequenas doses de sangue, para mantê-lo sob controle.
Ele terá de matar nossa Tesla, mas pelo jeito, tem outros planos e rebela-se contra seu novo mestre, dessa feita um humano.
Dampyr 149 - A casa do crespúsculo. História de Samuel Marolla com desenhos de Maurizio Dotti.
O outro não-morto Zaldivar Mundo, foi vampirizado por Vathek, e preso há cinco séculos na casa do crepúsculo, parte de um castelo na Espanha. Joshua o descobriu, e, começou a dar-lhe pequenas doses de sangue, para mantê-lo sob controle.
Ele terá de matar nossa Tesla, mas pelo jeito, tem outros planos e rebela-se contra seu novo mestre, dessa feita um humano.
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Kurjak acometido pela doença e Harlan escravo de uma súcuba...
AS MENINAS DO MAHOGANY HALL
Dampyr 230
Nas bancas italianas: 04/05/2019
Nas bancas italianas: 04/05/2019
Argumento: Mauro Boselli
História: Mauro Boselli
Desenhos: Nicola Genzianella
Capa: Enea Riboldi
O detetive transformado em vampiro, Jim Fajella, agente da polícia de Las Vegas e a sua namorada humana, Michele, estão procurando pistas da irmã de Michele, Carmem, desaparecida na zona de prostituição. As pistas levam a Nova Orleans, onde parece que o lendário bordel de Lulu White, o Mahogany Hall, reabriu depois de cem anos, com estranhas moças especiais. A dona, Eisheth Zenumium, ordena a seu escravo de amor Harlan Draka de matar o vampiro que ameaça seu lucrativo negócio... Mas este drama suspenso entre duas épocas e dois mundos, vê também a participação de Barão Samedi, além da explêndida súcuba Agrat Bat Malhat... e Emil Kurjak, que na Bretanha, na clínica do Dr. Kergaz, está esperando um fatal diagnóstico...
Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it
Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it
quarta-feira, 1 de maio de 2019
Dampyr #229 - Kurjak, o vampiro (Di gregorio, Bartolini)
por Michele Garofoli
Um pedido de socorro leva Harlan e amigos a Botswana, onde parece que Huwe, um antigo e malvado Deus africano, retornou para reclamar seu território, ajudado por um grupo de não-mortos.
A história de Giovanni Di Gregorio, é em todos os aspectos um episódio "isca",a partir da capa, construída em um redemoinhos de golpes de cena e narrativas falsas, destinadas a desorientar o leitor. Os refletores são apontados para Kurjak, sua misteriosa tosse que há alguns meses o atormenta e sobre o parasita "Pálida Máscara", escondido dentro dele e que parece conduzí-lo definitivamente para o lado escuro. Di Gregorio coloca os nossos heróis de frente para difíceis questões sobre moral e que parece tomar conta de Kurjak, e tudo enquanto enfrentam dois velhos e temíveis inimigos em uma aventura bem escrita e idealizada, com diálogos bem escolhidos e nunca redundantes.
Coube a Fábio Bartolini, com seu traço limpo, delineado por escuros decisivos, ilustrar o tormento de Harlan e sua dificuldade em lidar com Kurjak, seu irmão de vida de batalhas, com páginas legíveis e embelezadas com o apreço aos detalhes. Notáveis a sequência onírica de abertura o safari noturno, onde a habilidade de impostação das figuras de Bartolini se evidenciam.
Coube a Fábio Bartolini, com seu traço limpo, delineado por escuros decisivos, ilustrar o tormento de Harlan e sua dificuldade em lidar com Kurjak, seu irmão de vida de batalhas, com páginas legíveis e embelezadas com o apreço aos detalhes. Notáveis a sequência onírica de abertura o safari noturno, onde a habilidade de impostação das figuras de Bartolini se evidenciam.
Falamos de:
Dampyr #229 - Kurjak, o vampiro!
Giovanni Di Gregorio, Fabio Bartolini
Sergio Bonelli Editore, abril/2019
96 páginas, em preto & branco, 3,50 euro
Crítica publicada originariamente no site: www.lospaziobianco.it
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