sexta-feira, 14 de julho de 2017


Neste quente julho, Dampyr continua impressionando! Depois do encorpado Maxi Dampyr, chega nas bancas, o número 208 da série regular, Camboja.

Camboja conclui a aventura Harlan, Kurjak e Tesla no sudeste asiático, iniciada no mês passado com "O Templo na Selva", que viu nossos heróis encontrar-se não somente com um novo Mestre da Noite, mas também com os fantasmas e os horrores de um dos maiores genocídios da história, aquele perpetrado por Pol Pot e seus Khmer Vermelhos contra o povo cambojano. 


Escrita por Giovanni Eccher, desenhada por Luca Raimondo e com uma sólida e belíssima capa de Enea Riboldi, a história "Camboja" é uma bela continuação. Na primeira parte vemos  os nossos heróis na pista do misterioso Mestre da Noite, que na época da ditadura se fazia chamar o irmão número 7 e serviu como alto oficial do exército de Pol Pot, mas que sabemos foi identificado no passado, como ninguém menos que o deus Garuda, nome que continua utilizar referindo-se a si mesmo. Os servos de Garuda parecem estar em toda parte, sabem tudo e sabem manipular as pessoas! Na segunda parte da história, que tem muita adrenalina e ação; Dampyr e seus companheiros deixam o Camboja e voam Bangcoc, procurando parar o Mestre da Noite com um plano arriscado e além dos limites a inconsciência.

 
Gostei muito desse episódio de Dampyr, como o seu predecessor, porque mostra claramente que não somente os Mestres da Noite a serem temidos ou qualquer outro horror sobrenatural, mas muitas vezes o Mal está encarnado em simples seres humanos, capazes de coisas tão terríveis que constrangem o mais perverso plano de qualquer potente vampiro. História e desenhos ótimos, da primeira a última página, adaptando-se perfeitamente ao ritmo da história, mais investigativa na primeira parte e mais explosiva no final (espetacular a batalha no céu entre Garuda na forma de Homem Pássaro & Harlan e companhia a bordo de um helicóptero Huey do exército).


Agora, só nos resta esperar o próximo mês, quando Dampyr encontrará pela primeira vez o Detetive do Pesadelo! E se ainda não tiver lido, recomendamos de ler também o Maxi Dampyr, que foi para as bancas no último dia de junho.

Marco Valle
Escreve sobre vídeo games, quadrinhos e lifestyle.
Mas também sobre gdr, filmes de televisão, filmes e coisas.
Sobretudo coisas



 Crítica publicada originariamente no site: www.justnerd.it

quarta-feira, 12 de julho de 2017


CAINDO NA ARMADILHA!
Dampyr está indo para a Bélgica rever Hanneke. No meio do caminho ajuda uma bela moça atacada por dois homens. Tudo é uma armadilha. Nosso heróis é atraído para a cidade de Aquisgrana (Alemanha), e preso na casa dos espelhos. A bela moça é o demônio Meridiana, escrava de Nergal. 
Dampyr 189 - A Casa dos Espelhos - História de Cláudio Falco e desenhos de Alessio Fortunato.

segunda-feira, 10 de julho de 2017


SILVIA CALIFANO
A desenhista Romana, esteve na redação e nos apresenta mais uma página da sua nova aventura dampyriana.

sábado, 8 de julho de 2017


Harlan Draka e seus companheiros de aventura vão mantê-los debaixo da sombrinha de praia com três histórias inéditas realmente especiais!

Com a chegada do verão, chegam também o Especial anual dedicado às aventuras de Harlan Draka e dos seus valorosos companheiros.
Bem na hora, o Maxi Dampyr deste ano surge nas bancas com o esplendor de suas 288 páginas. A edição, sob a sugestiva capa desenhada por Enea Riboldi, contém três histórias completas, autoconclusivas e inéditas.



A primeira história, escrita por Diego Cajelli e com os desenhos de Marco Santucci, se intitula "O Testamento", e nos transporta para a sugestiva e misteriosa região inglesa da Cornualha, onde a morte do ancião Sir Willian Hamilton chama à mansão da família seus excêntricos (e pouco recomendáveis) herdeiros. 
A sucessão obviamente, não será simples e indolor, há também as estranhas relíquias de caráter esotérico que o velho Sir Willian tinha juntado durante suas viagens ao longo dos anos; a sua paixão pelo oculto se revela, então, muito mais do que uma frívola paixão.
Somente a providencial presença de Harlan, sabiamente chamado pelo advogado da família, consegue por fim ao horror que estava para se desencadear na propriedade e sobre seus hóspedes.



Com a segunda história, ao contrário, mudamos drasticamente de gênero.
"O Mostro do Billabong", escrito por Francesco Matteuzzi e desenhado por Andrea Del Campo, explora tanto o folclore dos Aborígenes australianos, quanto o campo, que gosto tanto, da criptozoologia.
Dampyr de fato, vai acabar tendo que lidar com o mítico Bunyip, uma misteriosa criatura que dizem habitar os confins do Billabong (pântano salgado) do Norte da Austrália.
Esta é a história que mais gostei, a nível profissional. O fato de se tratar de um argumento que apaixona tanto, juntando um pouco de ecologia com justiça social, me fez pensar que seja a melhor história do Maxi 9.

 Com "No País dos Homens Azuis", a terceira e última história, protagonista da capa, nos deslocamos da Austrália para o deserto da África centro norte.
Nesta aventura escrita por Giulio Antonio Gualtieri e Stefano Marsiglia com desenhos de Fabrizio Russo, Harlan será hóspede dos Tuareg, os misteriosos "homens azuis", que habitam às tórridas areias saarianas e, também desta vez, acompanhado dos fiéis Kurjak e Tesla, onde terá de fazer malabarismo entre ameaças sobrenaturais e mais banais, mas seguramente não menos perigosas, intrigas e jogos de poder.



 O Maxi, como já disse, é bonito e encorpado, 288 páginas, não são poucas.
Todas as três histórias são muito bonitas, seja a nível de argumento, seja a nível dos desenhos.
Gostei muitíssimo do fato que juntaram três aventuras com temas diferentes entre elas, seja no que diz respeito aos temas tratados, seja pelo ritmo mesmo das histórias. 
Muito interessante também o fato de que as histórias se encaixam à perfeição na continuidade da saga de Dampyr, mas também são agradáveis para quem se aproxima do personagem pela primeira vez, mantendo-se destacado o contexto principal. Decididamente um ótimo volume sobre todos os aspectos.

Marco Valle
Escreve sobre vídeo games, quadrinhos e lifestyle.
Mas também sobre gdr, filmes de televisão, filmes e coisas.
Sobretudo coisas



 Crítica publicada originariamente no site: www.justnerd.it

quinta-feira, 6 de julho de 2017


CAPA DO DAMPYR DE SETEMBRO!
Dampyr de setembro: O Filho de Erlik Khan! História de Giorgio Giusfredi e desenhos de Andrea Del Campo.

terça-feira, 4 de julho de 2017


Hoje nas bancas italianas: Dampyr 208


Depois do terrível encontro com os Khmer Vermelho,continuam as aventuras de Harlan, Tesla e Kurjak, no longínquo oriente!


CAMBOJA
Argumento e Roteiro: Giovanni Echer
Desenhos: Luca Raimondo 
Capa: Enea Riboldi

Da fechada selva cambojana, o encarniçado encontro se transfere para o coração da metrópole. Entre as estradas de Bangok, Harlan, Tesla e Kurjak se encontram finalmente frente a frente com o Mestre da Noite, em uma guerra total entre arranha-céus e armas pesadas. 


Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

domingo, 2 de julho de 2017


VIAGENS INTERDIMENSIONAIS
Não estamos falando de ficção científica, mas de um encontro entre quadrinhos, que no fim das contas é a colisão entre dois mundos que habitualmente não se encontram. O efeito é estranho, desorientador, mas será divertido para os leitores...
 
A primeiro encontro da história acontecerá em 28 de julho, com a ida às bancas do número 371 de Dylan Dog - "Surge Dampyr". Uma aventura que iniciará na Londres do Detetive do Pesadelo e se concluirá no arquipélago de Hébridas, a oeste da Escócia, nas páginas de Dampyr 209. Para celebrar dignamente a ocasião, as revistas sairão cada uma duas capas diferentes, compondo duas maxi imagens realmente espetaculares. Apresentamos aqui, em primeira mão, as duas capas de Dylan Dog, e dentro de um mês descobrirão aquelas de Dampyr.
As duas partes desta aventura são de autoria dos responsáveis pelos dois personagens, Roberto Recchioni e Mauro Boselli. Assim, pensamos em realizar com eles uma breve entrevista dupla, fara fazê-los nos contar como foi esse trabalho único.
 
 
MAURO BOSELLI
Como foi colaborar com Roberto para a criação do primeiro e verdadeiro crossover bonelliano? 
Na verdade, na foi uma verdadeira colaboração. Ele escreveu a primeira parte, eu a li, sublinhando-lhe alguns pequenos erros da mitologia dampyriana e depois, dali, prossegui escrevendo a história da coleção de Dampyr. Eu, resmungava um pouco enquanto escrevia, porque acho mais difícil trabalhar sobre uma idéia que não é minha. Me refiro a McGuffin, esse é o pretexto por trás da história, que no final transformou-se em algo imprevisto.
 
Semelhantes na "luta contra os monstros", o Detetive do Pesadelo e o Caçador de Vampiros têm na realidade características muito diferentes: como lidou com o encontro entre os dois?
Bom, também neste caso, acredito ue Roberto tenha tido uma visão talvez um pouco máscula do nosso trio de heróis, mas a coisa funciona e um certo "contato físico" entre eles no final da história em Dylan Dog, foi sugerido por mim. Quanto a mim, continuei nesse caminho, bem sabendo que as hesitações, as neuroses e os cacoetes de Dylan Dog, ampliariam as suas qualidades.

Qual o pior defeito de Harlan e a maior virtude de Dylan?
Harlan é um herói sem defeito e sem medo, e, porque ele é meu filho, não encontro defeitos. Como disse antes, a maior virtude de Dylan é que ele faz de suas fraquezas uma arma.


ROBERTO RECCHIONI
Como foi colaborar com Mauro para a criação do primeiro e verdadeiro crossover bonelliano? 
Difícil, como qualquer coisa que se faz com o Chefe. Diferente, como qualquer coisa que se faz com o Chefe.
 
Semelhantes na "luta contra os monstros", o Detetive do Pesadelo e o Caçador de Vampiros têm na realidade características muito diferentes: como lidou com o encontro entre os dois?
Com ironia, então, que é a única arma a sua disposição para um amador como Dylan Dog de frente a profissionais como Harlan Draka e seus pards.

Qual o pior defeito de Harlan e a maior virtude de Dylan?
Dylan é composto na maior parte de defeitos e fraquezas, impossível escolher apenas um. Harlan é um acervo de virtudes e pontos fortes; também aqui, escolher um terá pouco senso.



Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it