quarta-feira, 13 de agosto de 2014


NÃO É FETICHE!
Harlan Draka e Duncan McGillivray foram para Balfroyn, na montanhas da Escócia. Lá investigam o desaparecimento de uma jovem! Forasteiros não são bem vindos na cidadezinha... mas eles ignoram! Começam a suspeitar de ataque de lobisomem... então, saem a noite para investigar... os uivos são arrepiantes. De uma casa supostamente abandonada, os uivos estão próximos... ao entrarem no local, se deparam com uma linda loirinha acorrentada... não deveriam ter ido lá! O velho Duncan fica literalmente paralisado ao ver a transformação da jovem! Há muitos anos, os antepassados da vila, adoravam a lua e conseguiram passar a maldição da transformação para lobisomem de geração em geração, até os dias atuais.
 
 
Os desenhos são de Luca Rossi, Dampyr 161 - Mal da Lua.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014


DESENHO DE NICOLA GENZIANELLA

domingo, 10 de agosto de 2014


DRAKA!
Por Nicola Genzianella. Imagem do Portfólio Visões-3, onde desenha personagens da saga.

HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014


DAMPYR HERÓI DA FANTASIA!
Nas edições de agosto e setembro, as aventuras de Harlan Draka se passarão num território ainda mais fantástico, graças a história de Boselli e dos desenhos de Esteban Maroto e Maurizio Dotti.

Uma história dupla para Dampyr para Dampyr nos números 173 e 174 de sua coleção! Uma viagem que, nos meses de agosto e setembro, levará os caçadores de vampiros e seus leitores a um território fantástico, visualizado pelo Mestre espanhol Esteban Maroto, auxiliado, no final da aventura pelo sensacional Maurizio Dotti. Mauro Boselli, autor dos dois números, antecipa para nós as temáticas desta história dupla. 





Guerreiros brutos e selvagens com energia indomável, que combate contra ferozes ordens de inimigos não necessariamente humanos, são o centro daquela que podemos chamar de aventura fantástica (sem elfos, fadas, duendes, etc), no melhor estilo americano (não britânico), que nasce das revistas do estilo, anos vinte e trinta, como a celebradíssima ""Weired Tales", e da caneta de seus visionários autores, como Clark Ashton Smith, com os seus tenebros mundos crepusculares sujeitos a magia negra, e Robert Erwin Howard, com seu Conan, o Bárbaro, progenitor de uma raça de heróis violentos e irresponsáveis.

Este gênero aventureiro e viril de fantasia, rebatizado mais tarde de espada e bruxaria, teve no curso dos anos múltiplas variações de estilo, sem nunca trair o sentimento original: da épica violência howardiana de Karl Edward Wagner e fantasia sem limites e bizarra do criador de mundos Jack Vance, do humorismo de Lyon Sprague de Camp, à ironia de Fritz Lieber, das sagas medievais de Poul Anderson ao complexo refinamento do britânico Michael Moorcock.

Este último, inventor, a partir dos anos sessenta, de séries inesquecíveis como aquelas de Elric, Corum e Hawkmoon, também tem o mérito de ter introduzido na fantasia heróica, certamente não é nova com relação a mundos paralelos e varcos espoço-temporais, o conceito fundamental de multiuniverso, já aceito em alguns ambientes científicos, e que nós de Dampyr, como outros seguidores e continuadores da ópera do Mestre, temos inserido na nossa série.

Mas a fantasia de heróica não é somente feita por homens. Junto com as garotas indefesas e seminuas salvas por seu Conan, Howard escreveu ocasionalmente sobre uma guerreira, Red Sonja, uma pirata; e Belit, uma outra heroína.

Escassamente vestidas, mas ativas e combativas, fonte de inspiração para os desenhistas de quadrinhos desse gênero de aventura, artistas como: Zanotto, Segrelles, Corben, Frazetta... E como o fantástico Esteban Maroto, que, deu um tempinho em Brendon, e ficou contente de levar para Dampyr as sedutoras e agressivas guerreiras mercenárias da Companhia, em uma aventura dupla especial em que não faltam homenagens a Howard, Vance, Moorcock e a todos os sonhadores de estranhos mundos longínquos...



Matéria publica originariamente no site: www.sergiobellieditore.it

terça-feira, 5 de agosto de 2014


O TRATO DE AMBU!
Um bate papo com Fabiano Ambu, autor de "marca registrada", entre os desenhistas do sexto Maxi Dampyr, que foi para as bancas italianas em 30 de julho passado.
 


Em 30 de julho foi para as bancas (italianas) o sexto Maxi Dampyr. A encorpada edição dedicada ao Matador de vampiros, volta à formula antológica, trazendo três histórias completas: "O Pântano" (de Luigi Mignacco e Francesco Gallo); "O Labirinto do Necromante" (de Claudio Falco e Alessandro Baggi) e, na abertura deste Maxi, "Os Horrores de Khara Khoto", escrita por Samuel Marolla, com desenhos de Fabiano Ambu.

Ambu é um desenhista da Sardenha, radicado em Milão. Prático e direto! Depois de alguns minutos de entrevista pelo telefone, onde falava de seu trabalho no Maxi Dampyr 6, disse o seguinte: "Bem, espere um momento que vou pessoalmente à redação, para falarmos sobre!".

E assim, se materializou na redação, na Via Buonarroti, 38. E então, nos contou de seu trabalho em Dampyr e da história por ele ilustrada. 


Primeiramente: Como entrou para o staff de Dampyr?
Sempre fui um apaixonado leitor de quadrinhos. Trabalhando como cenógrafo numa companhia de teatro era levado a viajar pela Itália, mas que me permitir fixar base em Milão. perto da Bonelli. Sempre li Dampyr, seguindo o personagem com paixão, desde o primeiro número e, quando criei coragem de apresentar os meus trabalhos a Editora, não tive dúvidas. Vinha da Academia de Belas Artes e nas primeiras páginas de teste tinha um traço expressionista que não se encaixava ao estilo da série. Fui reprovado, mas Mauro Boselli, me deu algumas indicações úteis, para o meu crescimento como desenhista. Visitei outras vezes a redação e Mauro me deu outros conselhos, e após cada visita, avançava alguns passos. Naquele período, meu ponto máximo de referência era Luca Rossi, um dos meus desenhistas preferidos de Dampyr.

Depois de ter visto minhas melhoras, foi Moreno Buratini, que tinha contato estreito com o "boss" (Boselli), a me "patrocinar" e a me colocar em contato com Giuseppe di Bernardo, me levando a trabalhar nas páginas de "L´Insone", me ajudando a melhorar ainda mais o meu traço, que sempre teve como referência Dino Battaglia, Sergio Toppi e Gianni de Luca. No entanto, passaram-se quatro anos antes que eu pudesse desenhar Harlan Draka e cia.

 
Há uma história engraçada que queria nos contar, sobre a sua primeira história dampyriana?
Sabe quem é Samael, o fascinante demônio infernal, príncipe dos sedutores na saga de Dampyr?  Bom, eu tinha apenas acabado de desenhar meu segundo número de "Nemrod" para a Star Comics, escrito por Fabio Celoni, e continuava a fazer meus testes para Dampyr.
Boselli continuava a dizer-me que o meu estilo o agradava, mas que se distanciava daquele bonelliano; até que exausto com minha insistência, me deu uma história sua, que tinha escrito para Michele Cropera, queria ver como me sairia seguindo regras profissionais. E, para sua surpresa - e minha também, devo admitir, realizei quatro páginas de teste, mais "livres" dos personagens, do gosto dele. O "boss" agradou bastante com as imagens escuras e o belíssimo habitante do inferno dampyriano que tinha desenhado, tanto que adotou aquele desenho como ponto de partida para escrever-me a primeira história que deveria realizar, "A Casa de Faust", que gosto muito.

Foi o número de dez anos de Dampyr e, agora, virou uma edição de luxo - produzida por mim mesmo - que apresenta toda a história nos esboços, acompanhada de alguns rascunhos e algumas páginas do roteiro.


O que pode nos contar da história "Os Horrores de Khara Khoto" que abre o sexto Maxi Dampyr? 
Depois de duas aventuras escritas por um dos dois criadores de Dampyr, Mauro Boselli (o outro terrível pai do Caçador de vampiros é o suga-sangue Maurizio Colombo), me foi destinada uma história de Samuel Marolla. E, pensar que Marolla, em sardo, quer dizer "algo que se faz forçado", por obrigação. Como poderia recusá-la? 
Brincadeiras a parte, me senti bem em desenhá-la, porque, em comparação com as anteriores, tem um "algo" diferente e porque Samuel é um autor muito original. Escreveu uma história de ação que permitiu utilizar uma técnica diferente daquela que usei na minha história anterior ("Na Fortaleza dos Naphidim"), uma nova abordagem ao trio formado por Harlan, Tesla e Kurjak, graças a novas tomadas de enquadramentos e mais liberdade nos quadrinhos.


Em que está trabalhando nesse momento?
Depois da aventura chinesa do Maxi, para a qual tanto eu quanto o autor juntamos muitos documentos, retornei ao trabalho com o curador da série, que me está escrevendo uma louca e visionária aventura que tanto para mim, quanto para ele - penso eu - não sabemos como terminará. Para melhoras as atmosferas nevoentas da inglesas Dartmoor, onde será ambientada, Mauro Boselli visitou o místico local durante uma de suas viagens, bateu muitas e utilíssimas fotos.
Além do trabalho para a Bonelli, também tenho tocado outros projetos: "Josif", escrito por Davide Barzi, que conta as aventuras do gorila espacial russo. Um outro quadrinho que me orgulho é "Pop - História de um Marinheiro", de autoria de Claudio Zen, desenhado por mim. Não há necessidade que eu diga que o homem do mar em questão é ninguém menos que o amadíssimo Popaye... Ambos os trabalhos levam a assinatura de Rosa Puglisi para a gráfica, cores e letragem.

Entrevista concedida a Giorgio Giusfredi
 



 
Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it

domingo, 3 de agosto de 2014


LJUBA?
Na edição 152, Kurjak está voltando para o Teatro dos Passos Perdidos depois de algumas cervejas, na cervejaria Águia Verde! Ele encontra-se com Franceska, uma "profissional da noite", que lhe pede fogo, e, dá uma cantada em nosso soldado! Kurjak diz a "amiga" que é fiel... E Franceska questiona se a "garota loira" de hábitos noturnos, que está sempre com os braços desportegidos, seja no inverno ou verão é normal, e, mais, se uma garotinha também "faz parte da família". Na realidade, Kurjak está atrás da pequena Ljuba para protegê-la de Jeff Carter e de Thorke, o deus canibal. Interessante, no último quadrinho... ao ver Kurjak partir em disparada, "pergunta" se ele vai adotá-la!
Os desenhos são de Fabio Bartolini - Dampyr 152 "Retorno a Sheffield".

sexta-feira, 1 de agosto de 2014


Amanhã nas bancas italianas Dampyr 173.

 

 Uma terra perigosa além do tempo e do espaço...

O SINAL DE ALASTOR

Argumento e Roteiro: Mauro Boselli

Desenhos: Esteban Maroto

Capa: Enea Riboldi

Um escritor de ficção científica, Jack Kelsey, está desaparecido da sua casa na Nova Inglaterra. Há dias, Linda, sua mulher também desapareceu, e, em um entrevista concedida a Timothy O´Sullivan, Kelsey garantiu ter encontrado seus personagens e de ter feito amor com a bela guerreira Rhaleya. Descobrindo no romance de Kelsey, o nome de Xeethra, a sua princesa perdida, Kurjak, parte a procura de Kelsey. Mas, ao invés de ir parar no Mundo do Crepúsculo, se encontrará, sem memória, em uma terra selvagem, aonde a Ordem do Caos guiada pelo Príncipe Alastor combate a humanidade. E Kurjak, único homem em um companhia de guerreiras mercenárias, estará a serviço do Príncipe do Inferno.