Página do Dampyr 300.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
O inimigo de Azara - Dampyr 299 (fevereiro/2025)
Por Paolo M.G. Maino
A expectativa pelo lançamento da edição 300 e as novidades que a revista Dampyr apresentará a partir da edição 301 (novo editor: Gianmaria Contro, novo capista: Michele Cropera, novo número de páginas: 80) e que foram amplamente discutidas em redes sociais com muitas teorias da conspiração sobre o estado de saúde dos quadrinhos italianos e globais (questões nas quais não quero me aprofundar também porque não é do estilo do FumettiAvventura) correm o risco de nos fazer perder de vista a segunda parte de uma bela história escrita por Mauro Boselli e Stefano Andreucci nos desenhos (todas as páginas do Dampyr 299 são de Andreucci, que foi auxiliado por Michele Rubini no Dampyr 298).
Belissíma por muitos motivos, essa resenha quer contar pra vocês, mesmo sem medo de spoilers específicos porque agNas bancas por três semanas.
O inimigo de Azara - Dampyr 299
Uma história em que Mauro Boselli continua se divertindo contando, como um Ariosto do século XXI, a história de uma busca feita de heróis, de mulheres a defender e libertar, de espadas mágicas, de bruxos malignos. Tudo isso dentro daquela continuidade dampyriana que também pode ser difícil para muitos (e certamente começar do 301 como se fosse quase um novo número 1 faz sentido para tentar alcançar novos leitores), mas que tem sido para muitos uma empresa sólida e segura, graças à curadoria de Boselli que, como um verdadeiro mestre da noite da narração, nunca nos decepcionou em suas tramas e subtramas. Neste caso, o retorno de Marsden, um dos inimigos de Harlan, é perfeitamente preparado e antecipado por flashbacks de sua vida de mil anos. O final aberto nos catapulta para o número 300 e além.
História e Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Stefano Andreucci
Capa: Enea Riboldi
Um breve resumo: Harlan e seus amigos estão no Sudão na trilha de Azara, que sequestrou o arqueólogo Matthew Shady para obter sua ajuda para recuperar a espada Flamberge banhada no sangue de Taliesin, o Dampyr da Idade Média. No Sudão, a busca se confunde com a sangrenta guerra civil que está dilacerando o país e as buscas se multiplicam porque, além dos objetos mágicos, há muitas pessoas a serem salvas, incluindo o filho adotivo de Samantha e Matthew.
Comecemos pelos desenhos desta vez porque Stefano Andreucci, que certamente não precisa demonstrar seu valor reconhecido por todos, nos oferece 94 páginas de tirar o fôlego: suas Azara, Tesla e Samantha fariam qualquer um se apaixonar (e Azara sem véus contribui muito para aumentar a apreciação!) por serem persuasivas, magnéticas e decisivas; os personagens secundários dão profundidade e realismo: veja por exemplo o drogado e fora de si Janjaweed que faz parte do grupo que conhece Michel Dast e sequestra Aziza, seu rosto está desconcertado, tenso, quase desconexo; a luta final com espadas e os poderes dos mestres da noite é uma variante de um topos clássico da narrativa Dampyrana que Andreucci nos conta de uma forma nova e envolvente. Mas em meio a tanta beleza quero focar nas páginas 52-54.
A página 52 (a da esquerda) é dedicada à espera de Matthew Shady, que acompanhou Azara de barco, que então se despiu e se jogou nas águas do lago para recuperar a espada Flamberge. As águas calmas, os remos parados, o jogo de enquadraduras, primeiro em plano médio, depois de cima no barco e depois ainda mais perto atrás de Matthew, o plano reverso do rosto do arqueólogo refletido nas águas em que finalmente um peixe salta. Mesmo sem ler o texto dos balões, tudo nos fala sobre a expectativa de algo que está para acontecer.
E na página 53 com o peixe saltando nos encontramos em dois quadrinhos o olhar de Azara nos quais vemos os restos submersos das ruínas, então atrás de Azara que está enquadrada de corpo inteiro (e em paralelo com o quadrinho 3 na página 52 com a tomada atrás de Matthew) somos atraídos com Azara para a entrada de uma cripta de onde emana uma luz mágica (você também a sente brilhando com uma luz misteriosa, certo?), então o meio-corpo (e que meio-corpo!) de Azara, que reflete sobre o que fazer e então estende a mão em direção à cripta e nos convida a fazer o mesmo virando a página.
Toda o percurso nos leva até a página 54, onde Azara, como um novo Arthur, encontra sua Excalibur, em gestos tão simples e clássicos e, no entanto (ou melhor, por isso) tão eficazes e perfeitos. E então, se você leu até aqui, volte à superfície comigo e com Azara nos dois primeiros quadrinhos da página 55.
De vez em quando (ou melhor, deveríamos fazer isso com mais frequência) é correto nos determos na análise desses elementos formais da apresentação da história.
Mas também gostaria de dizer algumas palavras sobre a representação corajosa dos horrores da guerra. Os conflitos tribais e civis no Sudão se tornam um arquétipo triste e trágico de todas as guerras sem sentido que continuam a se renovar em todas as partes do globo. Não existe guerra justa (e nunca se pode realmente chegar a uma paz justa). Só existe violência e isso é sempre ruim. Existe apenas a percepção de injustiças e erros que, felizmente, nos quadrinhos, heróis como Harlan, Tesla e Kurjak conseguem corrigir!
Boa releitura e, acima de tudo, boa expectativa pela edição Trezentos!
Crítica publicada no site: www.fumettiavventura.it
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
TESLA CORRENDO PERIGO!
O
time completo de caçadores de vampiros está em Granada na Espanha,
seguindo uma dica do amigo inglês Dean Berrymore, que conseguiu a
informação que o Coronel Joshua Raffer tem em seu poder um vampiro...
isso mesmo! Ele vive de conseguir seres exóticos para diversão de
milionários entediados. Agora, quem vai ser caçada será a nossa Tesla.
Nem ela percebeu que está sendo vigiada e fotografada.
Dampyr 149 - O alojamento do crepúsculo (História de Samuel Marola com desenhos de Maurizio Dotti)
sábado, 22 de fevereiro de 2025
Dean
Barrymore e Sati, sua partner, estão em Whitby para um encontro em
homenagem a Bram Stoker. A tranquilidade do local é afetada pelo
incêndio do mais antigo pub da cidade, o Mallory.
O
pub recebe esse nome em homenagem a Peter Mallory, que foi um
contrabandista nos anos 1.700, na verdade, a serviço do Lord Marsden.
Quando foi preso, Mallory estava sentando num pub e disse que mesmo morto voltaria para se vingar.
Agora, nos dias atuais, o Mestre da Noite está preparando uma armadilha para Dampyr, usando o seu não morto!
Dampyr 254 - A maldição de Whitby (História de Diego Cajelli com desenhos de Claudio Stassi)
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
A jovem e atraente Giulia tenta superar a desconfiança de Moisés e fazer amizade com ele. A timidez de Moisés se deve a sua doença, a Síndrome de Ambras, que deixa a pessoa completamente coberta de pelos.
Os jovens de Matera e o pai da moça, são contra essa amizade!
Mas a questão é outra: Há um lobisomem vagando pela linda cidade de Matera nas noites de lua cheia?
Dampyr 248 - O lobisomem de Matera (História de Giorgio Giusfredi com desenhos de Alessio Fortunato)
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
domingo, 16 de fevereiro de 2025
Pesadelos e alucinações... uma confusa e sanguinária ida e vinda de visões se movem na mente de Harlan Draka... O que ele encontrou na neblina de Praga é realmente possível? Realmente é possível que aquelas imagens tragam consigo um inquietante presságio? Que exista... um filho do Dampyr?
Quem procura a resposta, certamente não a encontrará aqui, deverá buscá-la nas páginas do álbum 301 que, a partir de abril de 2025, marcará uma reviravolta radical na longa aventura do nosso caçador de vampiros & afins. Novo design, nova quantidade de páginas, e, sobretudo, nova capista! Será o mais que inspirado Michele Cropera, armado - depois de longa militância entre o preto e o branco do mundo vampirico - de uma paleta de raro poder e eficácia. Caberá aos seus pincéis enquadrar esta segunda vida de Dampyr, pronta a abrir-se em cenários ainda a serem descobertos, todos a explorar.
Os mais aficcionados leitores, entretanto, não têm o que temer: todas as tramas até aqui construídas terão um epílogo natural e, aliás, poderão continuar no futuro... Quem sabe? Harlan, Tesla e o inseparável Kurjak continuarão a serem eles mesmos, mas serão lançados em ângulos escuros, em mares tempestuosos e cidades fantasmas para encontrar forças ocultas e nuances do arquipélago vampírico que ainda não tinham cruzado ao longo do caminho... Aquilo que se apresenta a frente para eles é um universo em movimento, uma rota que, como um fio incandescente, serpenteia até o coração da escuridão.
Não nos resta senão segui-los, uma nova e fascinante viagem se inicia!
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