Desenho de Fabio Bartolini para uma nova história de Giorgio Giusfredi! Ainda sem data para ir para as bancas italianas.
segunda-feira, 16 de março de 2020
sábado, 14 de março de 2020
DAMPYR 238 - ROXANA
Por Carmelo Nigro
A explêndida capa do novo Dampyr assinada por Enea Riboldi, nos introduz no vigésimo ano de vida da série. Vinte anos faz, como recorda o logo ensanguentado no alto à esquerda da capa, Harlan Draka começava a sua missão contra vampiros e mestres da noite. O 2000 já está há longa duas décadas, os volumes chegaram a 238, e o panteão de horror da série, assim como os seus atores coadjuvantes, estendeu-se para incluir tradições e mitos de todo o mundo.
Roxana, o primeiro volume da nova década de autoria de Di Gregorio e Gualandris, quase parece querer comemorar o aniversário, com uma repentina volta às origens. Uma rápida olhada, sem grandes consequências, parece os lugares e temas originais da série.
Entre os Cárpatos, na Moldavia Romena, tem um hotel de antiga tradição e de grande fama. Um hotel fechado durante a Segunda Guerra, que tinha hospedado a nata dos diregentes da Europa. Um lugar assombrado, é claro, mas que obviamente deve ser reaberto. Quem convocar para a tarefa senão os Ghost Hunters da Universidade de York? O grupo de parapsicólogos conhecidos nas páginas de Dampyr 34 (Os caçadores de fantasmas) do longínquo 2003, retorna na pista de uma série de aparições inexplicáveis até mesmo para eles que são profissionais.
A verdade é mais uma vez, que nas sombras existem perigos mais letais que fantasmas. Perigos que só podem ser enfrentados com balas e sangue de Dampyr. E de fato, ambas as coisas são desperdiçadas. Especialmente na segunda metade do volume, que parece um longo tiroteio com vampiros. Uma nota dissonante, o choque com a arma branca de Kurjak. História principalmente de ação então, que fecha um olho (mas talvez seja um olho preguiçoso) ao drama costumeiro.
A ambientação é sombriamente exótica, a dimensão do mistério sobre o qual o script é construído cria uma agradável sensação de expectativa e ansiedade.
Pouco profunda a adversária da vez (que respeita o turno, faltando somente bater o ponto), muito confuso e genérico pelas razões: femme fatale do passado, temperamental e extremamente ciumenta. Uma tentativa de apressar o aprofundamento, que acaba por produzir no personagem uma incoerência mal justificada: ferozmente libertina e, no entando ciumentíssima sem reais motivos. Todos os seus comportamentos parecem casuais, como o resultado de uma encruzilhada de lugares comuns, sobrepostos com o único objetivo de torná-lo uma adversária traiçoeira e sangrenta. Em suma, o retrato de uma creep. Pecado, porque as premissas do volume não parecia ruins.
Menções honrosas merece as páginas particularmente desenvoltas e expressivas de Gualandris. Impressionante a riqueza de detalhes, quase barrocas as sequências "de época", que é acompanhado por uma expressão nos rostos de rara eficácia.
Roxana, o primeiro volume da nova década de autoria de Di Gregorio e Gualandris, quase parece querer comemorar o aniversário, com uma repentina volta às origens. Uma rápida olhada, sem grandes consequências, parece os lugares e temas originais da série.
Entre os Cárpatos, na Moldavia Romena, tem um hotel de antiga tradição e de grande fama. Um hotel fechado durante a Segunda Guerra, que tinha hospedado a nata dos diregentes da Europa. Um lugar assombrado, é claro, mas que obviamente deve ser reaberto. Quem convocar para a tarefa senão os Ghost Hunters da Universidade de York? O grupo de parapsicólogos conhecidos nas páginas de Dampyr 34 (Os caçadores de fantasmas) do longínquo 2003, retorna na pista de uma série de aparições inexplicáveis até mesmo para eles que são profissionais.
A verdade é mais uma vez, que nas sombras existem perigos mais letais que fantasmas. Perigos que só podem ser enfrentados com balas e sangue de Dampyr. E de fato, ambas as coisas são desperdiçadas. Especialmente na segunda metade do volume, que parece um longo tiroteio com vampiros. Uma nota dissonante, o choque com a arma branca de Kurjak. História principalmente de ação então, que fecha um olho (mas talvez seja um olho preguiçoso) ao drama costumeiro.
A ambientação é sombriamente exótica, a dimensão do mistério sobre o qual o script é construído cria uma agradável sensação de expectativa e ansiedade.
Pouco profunda a adversária da vez (que respeita o turno, faltando somente bater o ponto), muito confuso e genérico pelas razões: femme fatale do passado, temperamental e extremamente ciumenta. Uma tentativa de apressar o aprofundamento, que acaba por produzir no personagem uma incoerência mal justificada: ferozmente libertina e, no entando ciumentíssima sem reais motivos. Todos os seus comportamentos parecem casuais, como o resultado de uma encruzilhada de lugares comuns, sobrepostos com o único objetivo de torná-lo uma adversária traiçoeira e sangrenta. Em suma, o retrato de uma creep. Pecado, porque as premissas do volume não parecia ruins.
Menções honrosas merece as páginas particularmente desenvoltas e expressivas de Gualandris. Impressionante a riqueza de detalhes, quase barrocas as sequências "de época", que é acompanhado por uma expressão nos rostos de rara eficácia.
Publicado originariamente no site: www.senzalinea.it
quinta-feira, 12 de março de 2020
terça-feira, 10 de março de 2020
Dampyr #239 - O condutor da Calábria (Falco, De Stena)
Di Michele Garofoli
Um dos filões narrativos mais interessantes que marcam a série Dampyr desde os seus primórdios são aqueles ligados ao folclore e as tradições regionais italianas, usadas em mais de uma ocasião para contar histórias nas quais Harlan e pards visitaram muitos lugares da Península na caça a Mestres da Noite.
No staff de autores do personagem, Claudio Falco é seguramente um dos autores mais prolíficos neste âmbito e no "Condutor da Calábria" usa como pano de fundo a comunidade Albanesa, uma minoria étnico-linguística historicamente localizada no sul da Itália.
Ligando-se a esta realidade local, Falco leva Dampyr a Civita, província de Cosenza, na pista do Mestre da Noite Vrana - historicamente conhecido como o Cavaleiro de Altafoglia, antagonista mais próximo em espírito e moral a Draka, pai de Harlan, ao invés das criaturas sanguinárias e cruéis da linhagem com quais o protagonista geral tem que lidar.
A história é sólida, bem equilibrada entre ação e sequencias nas quais se aprofunda a história e o folclore local, com ganchos para a realidade calabresa, bem inseridos para apoiar o enredo.
Nos desenhos temos a estréia de Francesco De Stena, imediatamente à vontade nas atmosferas escuras da série, com um estilo rico de preto e muito detalhado nos planos de fundo e no que diz respeito aos personagens. Uma pequena nota com relação ao trabalho do desenhista é a excessiva rigidez ainda presente nas expressões dos personagens, nem sempre eficaz para transmitir o estado de ânimo.
Falamos de:
Dampyr #239 - O condutor da Calábria
Claudio Falco, Francesco De Stena
Sergio Bonelli Editore, fevereiro/2019
96 páginas, em preto & branco, 3,90 euro
Matéria publicada no site: www.lospaziobianco.it
domingo, 8 de março de 2020
sexta-feira, 6 de março de 2020
quarta-feira, 4 de março de 2020
Uma aventura erótica em um trem se transforma num pesadelo!
POSSESSÃO
Dampyr 240
Nas bancas italianas: 05/03/2020
Nas bancas italianas: 05/03/2020
Argumento: Stefano Piani
Desenhos: Vanessa Belardo
Capa: Enea Riboldi
Uma terrível doença, uma moça de fascínio mágico que vive em uma vila misteriosa, inexplicáveis e bizarros suicídios. Qual o segredo de Jadwiga? Porque quem faz amor com ela sofre horrendas metamorfoses ou é vítima de assustadoras alucinações? Em Leópolis, na Ucrânia, Harlan Draka se encontrará cara a cara com a irresistível Jadwiga?
Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it
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