terça-feira, 14 de março de 2017


O PINTOR DOS TROLL
Boselli na primeira aventura do Magazine 1/2016, nos mostra John Bauer, o grande pintor dos Troll (seres lendários da Escandinávia).
Abaixo, vemos Harlan com Gudrun Fingadottir, que tentarão refazer os passos do pintor, para descobrir o que realmente aconteceu com ele. E tentar dissipar a grande dúvida, o que ele pintava era imaginação ou real? 
Dampyr Magazine 1 - Historia 1: O Rei da Montanha - de Mauro Boselli com desenhos de Paolo Bacillieri.

domingo, 12 de março de 2017


Um Dampyr Hollywoodiano

A noite do Oscar aconteceu há poucos dias, com sua habitual dose de polêmicas e/ou aprovações, gafes, glitters e lantejoulas.
Mas desta vez Hollywood é protagonista também de um novo acontecimento, visto que se ocupa de perturbar o sono de um certo Dampyr conhecido nosso. Isso mesmo: o número da coleção vampiresca da Editora Bonelli foi para as bancas em 3 de março, onde vemos o retorno de um Mestre da Noite muito apreciado pelos leitores há alguns anos, Alexis Musuraka.
 
Um vampiro com paixão pelo cinema, tanto que trata cirurgicamente os não mortos a seu serviço, para dar-lhes as faces das velhas estrelas do grande cinema americano. Assim, Harlan, Tesla e Kurjak terão de enfrentar... Charles Chaplin, Humpphrey Bogart, Lauren Bacall, o Gordo e o Magro, Rodolfo Valentino e muitos outros, quando incautos caçadores de filmes antigos os salvarem da prisão. Mas quem sabe se realmente Musuraka está entre estes artistas, as pessoas desaparecem misteriosamente a sem contar os horrendos snuff movie...

Giorgio Gisfredi nos agracia com um Dampyr de sabor clássico, depois da grande saga do número 200, acompanhado pela maestria dos pincéis de um ótimo Michele Cropera.
E tudo isso, enquanto a Bonelli repropõe um volume com a primeira aparição de Musuraka - com aqueles "dignos" colegas seus - em Os Mestres da Noite, nas livrarias desde 22 de fevereiro.










Publicado originariamente na revista eletrônica: www.sbamcomics.it

sexta-feira, 10 de março de 2017


Crítica: Dampyr 204 - Bloodwood
Escrito por Raffaele Tropea

Antes de iniciar a crítica, copio na íntegra a sinopse do site da Sergio Bonelli Editore:
São passados alguns anos do desaparecimento do diretor maldito, Alexis Musuraka, Mestre da Noite morto por Dampyr, mas, nas vísceras de Hollywood, o seu diabólico projetor está em ação! Na pista ensanguentada de alguns horrendos "snuff moveis" que parecem interpretados por atores lendários, Harlan, Tesla e Kurjak chegam na cidade do cinema, para encontrar um dos piores pesadelos da carreira deles... Hollywood está cheia de vampiros e têm os rostos das estrelas que nos fizeram sonhar!

Encerrado o ciclo precedente, é tempo de Dampyr entrar com força total em um novo ciclo e conhecer novos adversários, ideais para a ocasião Giorgio Giusfredi e Michele Cropera.

MATE-A NOVAMENTE, SAM!
Uma série de violentos homicídios, filmados e comercializados, acendem o interesse de Dampyr e do seu time sobre Hollywood, onde esperam encontrar e destruir os últimos resquícios do gênio Alexis Musuraka, que inesperadamente sobreviveu. 

Todavia bem sempre o monstro o é de fato. Em uma cidade que a imagem é tudo, o pior monstro é quem está disposto a sacrificar a própria alma ao diabo (ou melhor, ao vampiro), unicamente para a fama e o poder.
Entre em cena nesta história, um novo e misterioso Mestre da Noite e o seus novos e, menos misteriosos, ajudantes que, relacionando-se com edições anteriores, abre as portas para um futuro novo ciclo de histórias.
A história de Giorgio Giusfredi corre tranquilamente, sem particulares altos e baixos, em uma edição que enterte no ponto, nem mais nem menos.


Precisa, porém, distinguir dos dois pontos de vista oferecidos na edição, entre as histórias de Dampyr & Cia e as histórias dos vampiros & cia.
A parte que diz respeito aos heróis, de fato, é menos intensa, menos emotivamente atraente. Já se sabe que vencerão, e facilmente. A presença deles está limitada a ser os meros executores materiais da morte dos adversários.
Não há perigo, e único obstáculo - e até mesmo insuperável - a destruição dos não mortos é resolvido num quadrinho.
Em contraste, às histórias dos adversários deles, vampiros ou não, é mais interessante e, poderia merecer uma edição à parte.
Uma série de não mortos disfarçados de famosos que aprisionados por uma década dentro de uma galeria, e que encontrando a liberdade, continuam a obra de seus predecessores.
Humanos ambiciosos dispostos a maquiarem-se de criminosos somente pelo sucesso, sem obterem nada em troca senão vagas promessas.
Muito mais interessante, para mim!

Uma história, dizia, que flui e enterte, sem ser uma obra prima ou uma decepção: está no meio.

Você pode, querendo, considerar a possibilidade de ler a história a partir de vários pontos de vista; por uma lado, como uma crítica a mundo que canibaliza a si mesmo e procura uma maneira de sair da autodestruição; o outro a partir de um mercado de entretenimento que perde seu caminho em favor do poder pessoal; todavia, estas leituras o que pode ser feitas - são suscetíveis a serem um excesso, que provavelmente é.
Digno de nota a ampla flexibilidade do sistema "bonelliano", que se dobra às exigências da história e dos desenhos, tornando tudo mais fluente e aprazível.

DESENHOS
Os desenhos de Michele Cropera são belos, limpos e evocativos. O que tem de ser é. O que tem de ter há. Gostaria de limitar então a repetir o que "evocativos", transmitindo de forma perfeita aquilo que a história deve transmitir. O resto deixo a cargo de quem foleará a edição que está nas bancas e assim poderá formar a própria idéia.

CONCLUSÃO
Dampyr 204 é uma bela edição de aurea mediocritas, dentro da média, que disse que ao que veio e está em continuidade com o restante da série. 

Provavelmente não é uma edição imperdível, mas seguramente uma edição interessante para quem não conhece as aventuras de Dampyr, mas quer se aproximar e para quem de qualquer maneira a adquiriu, porque é um apaixonado de longa data.


Publicado originariamente no site: www.c4comic.it

quarta-feira, 8 de março de 2017


FELIZ DIA DA MULHER!
Tesla, a nossa vampira, nos traços de Silvia Califano, que em breve estará em ação novamente! 

segunda-feira, 6 de março de 2017


EM BOAS MÃOS!
Angeliquè, amiga francesa de Harlan, de repente está interessada em Carcosa, um mundo paralelo. Na verdade ela está, sem perceber, servindo de isca para atrair Dampyr para o citado mundo. Ao ir numa biblioteca procurar informações, o homem que está durmindo, se comunica com ela. Ela, assustada caí da escada, no colo do amigo. 
Dampyr 188 - A Marca de Horror de Carcosa - História de Mauro Boselli com desenhos de Marco Santucci.

sábado, 4 de março de 2017


MORDENDO A ISCA!
Dampyr, Tesla e Kurjak estão em Burkina Faso, no rastro do Mestre da Noite Victor Laforge. Depois de enfrentá-lo na África do Sul, ele aparece no meio da África, envolvido com aquisição de lixo tóxico, proveniente de países de primeiro mundo. Abaixo, as pistas levam nossos heróis a um depósito abandonado. Uma armadilha! Quase que o braço direito de Laforje com seu intento. 
Dampyr 166 - O Sopro Quente do Harmatão - História de Claudio Falco com desenhos de Silvia Califano.

quinta-feira, 2 de março de 2017


Amanhã nas bancas italianas: Dampyr 204


Lauren Bacall, Humphrey Bogart e o Gordo e o Magro em versão vampira!


BLOODYWOOD
Argumento e Roteiro: Giorgio Giusfredi
Desenhos: Michele Cropera
Capa: Enea Riboldi
São passados alguns anos do desaparecimento do diretor maldito, Alexis Masuraka, Mestre da Noite morto por Dampyr, mas, nas vísceras de Hollywood, o seu diábolico, projetor ainda está em ação! Na pista ensanguentada de alguns atrozes "snuff-movies" que parecem interpretados por atores lendários, Harlan, Tesla e Kurjak chegam na cidade do cinema para encontrar um dos piores pesadelos da carreira deles... Hollywood está cheia de vampiros e têm os rostos das estrelas que nos fizeram sonhar!

Publicado originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it