sábado, 13 de julho de 2013


SAMAEL E TESLA!
Por Nicola Genzianella.

quinta-feira, 11 de julho de 2013



Comentário do Blog italiano para Dampyr 152.

RETORNO A SHEFFIELD
Argumento e Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Fabio Bartolini
Capa: Enea Riboldi 

O número 152 de Dampyr mostra a conclusão da história ligada à falecida Lisa/Ljuba, com a revelação do porque Jeff Carter disparou contra ela.
A detetive Ann Spade está correndo num parque de Sheffield, quando um grupo de criminosos tentam agredí-la, como policial ela sabe se defender muito bem, mas a intervenção de Jeff Carter será determinante para salvar-lhe a vida.

Ann é a detetive encarregada de encontrar Jeff Carter mas, os dois se apaixonam, agora, ela se sente impedida de prendê-lo. Jeff retornou a Sheffield, sua cidade natal e onde viveu (antes de se tornar num serial killer justiceiro) com o nome de Samuel Eardley, mas está ciente de que a polícia de todo o mundo o está caçando e os momentos fugazes de felicidade, aliás momentos secretos com Ann, serão os últimos.
Nos rastro de Jeff Carter também está Harlan Draka, sedento de vingar Lisa e por fim nos pesadelos que tanto o atormentam.
Enquanto isso em Praga, Nikolaus e seus amigos spocks estão à procura de uma menina loira, avistada perto da livraria de Harlan; se trata de Ljuba, o alter ego de Lisa, que poderá finalmente viver livre da maldição de Thorke.
Em Sheffield pouco antes de ser atingido por uma bala da polícia, Jeff Carter revelará a Dampyr o que Lisa lhe contou, o levou a tomar a trágica decisão.

Mauro Boselli conseguiu, com estas edições relacionadas ao assunto Lisa, manter-nos presos à leitura, para conseguirmos as revelações, e também conseguiu surpreender a todos com um final inesperado e comovente.
As páginas de Bartolini são práticas, o que às vezes podem dificultar a cena, mas em contrapartida são agradáveis por demais aos leitores. Muito interessante às ambientações em Praga e muito simpática a anciã (spock) à procura de Ljuba. Particularmente interessante é que foi o próprio Bartolini quem deu "a face" a Jeff Carter (por indicação de Boselli fez a face de Jeff, semelhante a do ator Hugh Grant) e, agora coube ao próprio Bartolini, desenhar sua morte.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Novo desenhista!


HARLAN, KURJAK E TESLA!
Por Daniele Statella.


domingo, 7 de julho de 2013

Direto do Blog Il Catafalco



Comentário do Blog italiano para Dampyr 151.
A BRUXA RAINHA 
Argumento e Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Fabio Celoni
Capa: Enea Riboldi

Ann Jurging, nos últimos tempos, está atormentada por angustiantes visões que parecem vir da vidente Claudine Bobash, que milagrosamente escapou da morte quando Dampyr matou a Rainha Bruxa Helena Markov, transferindo os poderes a Ann.

Ann pede ajuda ao amigo Harlan e, juntos se deixa levar pelas visões até uma ilha perdida no Mar Egeu.
Durante a viagem Claudine Bobash não para de atormentá-los, conseguindo fazer com que Ann retorne ao seu aspecto real, ou seja, aquele de uma velha senhora robusta.

Na ilha vulcânica teremos o encontro decisivo, onde Bobash, ajudada pelas Erinini, procurará, em vão, matar Ann para obter o poder da Bruxa Rainha.
Nesta aventura veremos, pela primeira vez, Dampyr em sérias dificuldades, profundamente triste pela perda de Lisa (morta por Jeff Carter em Dampyr 150), não consegue encontrar forças para ir em frente e se perguntará se vale realmente a pena continuar com sua luta contra os Mestres da Noite.
A escolha para desenhar as páginas desta aventura de Dampyr, suspensa entre antigos mitos, lugares mágicos e a crueldade do mundo real, de Fabio Celoni se revela ótima, considerando a notável versatilidade do artista, capaz de mover-se agilmente tanto no universo Disney quanto nos pesadelos de Dylan Dog.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Luca Rossi


LUCA ROSSI EM AÇÃO!
Moreno Buratini em seu facebook postou a foto abaixo. Luca Rossi que estava já há algum tempo sem desenhar Harlan Draka & cia, volta a série com uma história de lobisomem e que se passa na Escócia. 


quarta-feira, 3 de julho de 2013

A FREIRA


Amanhã nas bancas italianas: Dampyr 160.



Harlan está em Nápoles para enfrentar uma letal e belíssima "retornante"...
A FREIRA


Roteiro e argumento: Claudio Falco
Desenhos: Nicola Genzianella

Capa: Enea Riboldi

Nem sequer a morte trouxe paz para Agnese Ayala, jovem transformada em freira contra a vontade numa Nápoles de mais ou menos 1600, e que conheceu o amor de um fascinante Príncipe do Inferno. Obcecada por uma paixão que desafia o nada e o esquecimento. Agnese revive numa Nápoles de hoje para reencontrar seu amado, e mata com a ajuda de suas irmãs fantasmas. Entre ela e a última descendente dos Ayala, há somente Harlan, Kurjak e o simpático Dom Raffaele...

segunda-feira, 1 de julho de 2013


Claudio Falco nos conta como nasceu o episódio de Dampyr que vai para as bancas em julho - A Freira, ambientado na "sua" Nápoles. Mas vamos ouvir as palavras do autor e descobrirmos como será a nova aventura italiana de Harlan e seus companheiros caçadores de vampiros.
"RETORNO A NÁPOLES"
 Quando Mauro Boselli falou comigo pela primeira vez da possibilidade de que eu escrevesse, depois de sua "A Maldição de Varney! (Dampyrs 52 e 53), uma nova aventura de Dampyr ambientada em Nápoles, a minha primeira reação foi topar no ato... Cinco minutos depois comecei a suar frio, mas já não podia voltar atrás! Como lidar, com o "agravante" de ter nascido na cidade, o "terreno minado" das paisagens e das tradições de um lugar esculpido no imaginário coletivo por milhares de romances, filmes e peças teatrais? Como não cair na armadilha dos lugares comuns? E, sobretudo, onde encontrar uma idéia que me permitisse invocar o passado pleno de magia da minha cidade, mas que que já não tivesse sido usado muitas, muitas vezes?

Descartados a princípio os vários pontos conhecidos por todos, me vi encurralado num beco sem saída. Por sorte, para me tirar das dúvida em que me encontrava "apareceu" o fantasma de Marie-Henri Beyle. E este, me ofereceu algo, como na melhor tradição napolitana, me fez recordar de um livro, na época um autêntico best seller, atribuído (muito provavelmente sem qualquer fundamento, mas esta é uma outra história) a: "A Crônica do Mosteiro de Santo Arcangelo", extraída dos arquivos de Nápoles. Era a história que procurava, plena de sangue e mistério, escura e barroca, pronto, estava ali! Harlan e Kurjak já podiam partir para Nápoles. Por mais estranho que possa parecer a quem não nasceu por aqui, Nápoles, "o lugar do sol", é um lugar quase perfeito para uma história de horror. Os palácios do centro histórico, os becos, as vias Tribunali e Spaccanapoli que levam a época romana, a parte percorrível dos subterrâneos da cidade, fornecem uma gama de locais ideais.

Assim, "armado" de minha máquina fotográfica, fui dar uma volta para recolher documentações para Nicola Genzianella, o desenhista de Dampyr 160 (um italiano originário de Turim, que transportou para as páginas o "espírito" da cidade e me deixou na dúvida se não tem um antepassado napolitano). E então, Palácio Sangro Casacalenda foi transformado, na ficção, Palácio Ayala. Temos também o histórico Café, sempre usado como ponto de encontro dos intelectuais napolitanos, o Convento de São Gregório Armenio, a antiga Pizzaria, onde foi inventada a pizza Margherita e, obviamente, o Convento São Arcangelo. Seguramente não poderia faltar os coadjuvantes que animaram Dampyrs 52 e 53. Tive trabalho para dar novamente voz a Don Raffaele, a Almerinda e Piccerilli. A voz, eis o problema. Que voz dar aos personagens "locais"? Como dar a eles "voz" mas no rítmo próprio da lingua napolitana, sem exceder na utilização do dialeto local? Essa parte foi provavelmente a principal dificuldade na realização dessa história.

Dentro de pouco dias Dampyr 160 estará nas bancas. Eu só posso esperar (com uma ansiedade além do habitual), a opinião dos leitores.

Claudio Falco



Matéria publicada originariamente no site: www.sergiobonellieditore.it