domingo, 3 de março de 2013


INÍCIO DA EDIÇÃO 147!
Maud Nigthgale e seu amigo Dean Barrymore vão a Portugal de férias... mas ao visitar uma vinícola, Maud recebe o contato de um espírito atormentado! Aos poucos virá a tona um acontecimento horroroso que se passou há muitos anos... e o pior inimigo de Harlan Draka virá junto! 
A história é de Giovanni Eccher e os desenhos de Maurizio Dotti.

sexta-feira, 1 de março de 2013


CHEGANDO A ASHWOOD!
Maud Nigthgale e Nicole Simmons foram ao pequeno vilarejo de Ashwood investigar um fenômeno paranormal. Pediram a ajuda de Dampyr, pois a hipótese de vampiro estar agindo por lá não está descartada e pediram também a ajuda de Stuart Morrison, o filho dos mestres dos elfos, pois o que está acontecendo por estar ligado a duendes... Na estrada Harlan Draka é enganado pela névoa e pede informações de como chegar a Ashwood a um espantalho!
Mas os mocinhos têm sorte... Stuart Morrison passa na hora, para dar uma carona para Dampyr. E, eles chegam a Ashwood, aonde vão viver uma aventura inquietante...
Os belíssimos traços são Michele Cropera.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


Dampyr: Alquimistas e vampiros entre os escombros de Áquila


Harlan Draka, filho de um vampiro e uma humana, e seu amigo soldado Kurjak, do quartel general de Praga voltam a enfrentar os Lobos Azuis (uma sociedade secreta que remonta desde os tempos de Gengis Khan, composta de super homens destinados a dominar o mundo), a procura do "segredo de Lazzaro", capaz de ressucitar defuntos, na Nova Jerusalém, secretamente eleita pelos Templários: Áquila. Esta é a trama de Dampyr 155, cujo título é "O Segredo de Lazzaro", ambientado na cidade da região de Abruzzo, onde ocorreu o terremoto. Onde temos os principais mitos e mistérios de Áquila, da espetacular topografia parecida com Jerusalém, a origem do nome do lugarejo de Tornimparte (onde segundo a lenda, mortos recussitam - parte vivo, parte morto). Mas sobretudo os lugares símbolos da cidade: a igreja de Santa Giusta; a basílica de Collemaggio (no ponto correspondente ao Mote das Oliveiras); a fonte dos 99 canais; a Praça do Homem, com suas tendas; a catedral de São Massimo; a igreja das Santas Almas e o bar "Nurzia" (o primeiro do centro histórico a reabrir depois do terremoto de 6 de abril de 2009; a loja "A Lua", onde Kurjak compra como souvenir uma camiseta onde está escrito: "Eu amo Áquila";  o bar "del Corso", o relógio da destruída relojoaria "Cardilli", que ficava na entrada, que parou na hora da tragédia (3:32); os canteiros de obras da reconstrução; as chaves das casas deixadas nas portas. Em suma, no argumento de Diego Cajelli e nos desenhos de Fabrizio Russo há todo o drama da zona atingida pelo terremoto,o centro histórico abandonado a própria sorte, os escoramentos feitos para manter de pé edifícios destinados a demolição, os três anos e meio passados sem auxílio. O único erro, causado pelo longo de trabalho da edição, é quando se afirma que os desabrigados ainda vivem em hotéis. Hoje não é mais assim, mas todo o resto continua na mesma, devido aos políticos locais. Nos cairia muito bem a proteção do Princípe Ferenc Rakoczy-Bathory, o Conde de Saint-Germain...


Materia publicada no site: www.fumettodautore.com

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


Entrevista de Fabrizio Russo ao blog: http://andreasangiovanni.blogspot.it, sobre a edição 155.
"Agradeço a Fabrizio, pela disponibilidade e não somente pelo papo, mas também pelos desenhos que cedeu. 

Antes de tudo, deixe-me apresentá-lo:
Nascido em 1970, em Milão, estudou no Liceu Artístico e se especializou em ilustrações na Escola Superior de Arte de Castelo Sforzesco. Estudou na Escola do Quadrinho com Enea Riboldi (autor das capas de Dampyr) e em 1994 começou a trabalhar para a Bonelli.
Olá Fabrizio. Me parece que você tem um estilo clássico, muito Bonelliano, onde se evidencia o grande trabalho com referências fotográficas. Teve muitas fotografias a sua disposição para esta história (Dampyr 155): usou apenas elas ou foi a Áquila ver pessoalmente os pontos que iria desenhar? 
Como notou, em Dampyr o realismo e a procura pelo detalhe é uma marca presente: normalmente em todas as histórias, se procura retratar as cenas e paisagens com a maior fidelidade e no nosso caso este objetivo é sempre a nossa meta. Infelizmente, nção me foi possível caminhar por Áquila, coisa que ao invés, fez Mauro Boselli, co-autor da série, que me forneceu uma vastíssima documentação através de fotos e vídeos, que me foram muito úteis. Tudo isso, mais o que procurei a respeito e o que Diego Cajelli encontrou no google.
Notei uma grande atenção em procurar reconstituir através de seus traços, a atmosfera que se respira em Áquila, e, ao mesmo tempo, um certo respeito pela cidade, que me pareceu expresso sobretudo em não mostrar mais do que o necessário as partes destruídas. Se tratou apenas de uma exigência do argumento, ou você escolheu dar esta imposição gráfica e narrativa? E que tipo de liberdade teve para escolher pontos e ambientações?
Na realidade tivemos a maior atenção possível na reconstrução das ambientações: cito um exemplo, inicialmente em muitas cenas (tipo o ataque de cães ao lobo azul sobrevivente), tinha desenhado muitíssimos entulhos pelo caminho, para dar dramaticidade a situação. Quando então Boselli, ao visitar a cidade me revelou que não existia mais entulhos, providenciei a correção de todos os quadrinhos necessários, para ser o mais verdadeiro possível.
Sobre liberdade, no geral se alguma coisa não está indicada no argumento, o desenhista tem a liberdade de fazer as escolhas que quiser, coisa que fiz também nessa história.
Volto sempre ao mesmo tempo: apesar do que disse antes, nas cenas ambientadas no centro, notei uma certa "rigidez" em relação as outras sequências, como se a necessidade de mostrar pontos reais, tivesse te intimado. Quando te foi proposta uma história com esse tipo de ambientações, quais foram as suas reações? E com quais foram seus sentimentos ao desenhar uma cidade cuja feridas ainda estão abertas? 
Quando me foi proposta esta história, que me senti honrado, principalmente porque Boselli me escolheu, o que é um atestado de estima da parte dele, visto as dificuldades que enfrentou; por outro lado, adoro trabalhar com Diego Cajelli, que admiro tanto como profissional, e, também é um querido amigo. E, por último, mas mais importante, compartilhei totalmente a idéia: os moradores de Áquila, como todos moradores de áreas atingidas, no momento do desastre, são sempre tranquilizados pelas instituições que não serão abandonados, COISA ALIÁS QUE DEVERIA ACONTECER PONTUALMENTE TODA VEZ!

sábado, 23 de fevereiro de 2013



HARLAN DRAKA
(DAMPYR)
Por Andrea del Campo.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


A BOA INTERNET...
Harlan e Kurjak estão em Milão para investigar um Mestre da Noite que também está atrás da coroa de ferro, cuja lenda, transmite poderes àquele que a usar... Mas Harlan nunca viu o Conde de Saint Germain, o poderoso Mestre da Noite que está na parada! Caleb Lost envia um arquivo a Dampyr que está em Milão para que ele "conheça" o inimigo!
Os traços são de Majo.

domingo, 17 de fevereiro de 2013


DANIELE STATELLA EM AÇÃO!
O novo desenhista de Dampyr, postou uma foto de seu Harlan Draka no facebook. Sua edição estará nas bancas, segundo ele, provavelmente em janeiro de 2014.